quinta-feira, 20 de dezembro de 2012
Grenal dos Amigos da Bonsucesso 2012
O tradicional Grenal dos Amigos da Bonsucesso aconteceu dia 16 de dezembro, no SESI de Gravataí. O evento, organizado e destinado à comunidade, tem como principal objetivo a confraternização. Moradores e ex-moradores do bairro são convidados a participar dos jogos, promovidos nas categorias feminino e masculino, e para um posterior almoço no Bar do Didio, também tradicional ponto de encontro da vizinhança.
Em sua sexta edição, o Grenal dos Amigos envolve toda a comunidade e tem como principais organizadores, Nilton Silva, Mauro Santos e o Didio. A iniciativa tem grande valor para os moradores, pois já é um evento esperado que marca o fim de ano em harmonia e em clima de amizade entre os vizinhos. Veteranos, jovens, familiares e crianças, todos se reúnem neste encontro para jogar, torcer e participar do almoço em total clima de descontração.
Pelo segundo ano consecutivo houve a participação de time feminino, abrangendo ainda mais o público participante e aumentando o envolvimento dos moradores na “brincadeira”. Assim como no ano passado, o primeiro jogo seria feminino, entretanto o mesmo acabou sendo misto e teve o placar de 8 x 1 para o Inter com gols de Tom (02), Didio (03), Erasmo, Batista e Alex, para as meninas gremistas apenas a Lisiane marcou. Em seguida foi o jogo masculino, principal tradicionalmente, e mais uma vez teve o placar favorável ao Inter 6 x 3, com os gols de Caco, João (2), Valdemar, Alex e Felipe e para o Grêmio, Bruno e Júnior (2).
segunda-feira, 1 de outubro de 2012
Show do Pouca Vogal
* Um dos espetáculos da Feira do Livro de Gravataí foi o show do Pouca Vogal, no teatro do Sesc, dia 30 de setembro. Tive o imenso prazer de prestigiar e me emocionar nesse lindo show. Aqui tem uma palhinha pra vocês, "Agora o Pinhal não tem mais a gente lá..."
domingo, 2 de setembro de 2012
Viva sociedade alternativa
* Um dos shows do Projeto Usina na Praça apresentou, dia 19
de agosto, o 4° Raul Vive, com a banda PertuRbadores. Tive o prazer de estar
presente e registrar um momento muito bonito e puro da sociedade alternativa.
No vídeo, a última música tocada pela banda junto do maracatu e a empolgação
do público. Fantástico!
sexta-feira, 3 de agosto de 2012
O menino das balas de goma
Normalmente o ônibus TM2 passa com um intervalo de 45min,
entretanto graças a lei de Murphy, sempre que você chega na parada o momento em
que o ônibus do horário recém passou. Em um sábado desses não foi diferente, ou
melhor, até que foi. Ganhei uma carona de uma vizinha até a parada, mas
primeiro levamos minha irmã e minha sobrinha em casa, ao retornar a avenida
principal, onde ficam as paradas que me interessavam, vi meu ônibus passando na
pista contrária de onde eu estava, justamente a qual eu teria que ir. Respirei
fundo e já me preparei para esperar os próximos 45min sentada na parada no
frio. Tranquilo, era dia ainda e eu já estava preparada psicologicamente. Foi
então na parada que conheci um menino muito intrigante.
Desci da carona em uma parada qualquer onde passaria meu bus
e logo que cheguei um menino, de aparência normal veio direto falar comigo.
Tinha mais três outras pessoas na parada, mas foi comigo que ele resolveu bater
um papo. “Tia, que ônibus tu vai pegar?”, então respondi e ele mais que
depressa me avisou que já tinha passado. Respondi que eu tinha visto e
agradeci. Fiquei em uma extremidade do banco e ele no meio, mas com sua mochila
na outra extremidade. Então ele disse: “Tia, quer comprar bala? Duas por um
real”. Pensei por que não né? Gosto de balas de goma. Então comprei com uma
moeda de um real dois pacotes. Ele me entregou e voltou para o seu lugar,
retornando rapidamente no segundo seguinte. “Tia, pode ficar com estas outras
duas, são as últimas”. Achei estranho, disse que não precisava e depois de
muita insistência dele fiquei com as outras balas na condição de pagar por
elas, mas para minha surpresa ele não queria aceitar o dinheiro.
Desconfiada da situação paguei e me calei. O menino seguiu
no meio do banco puxando assunto comigo. “Eu vou pegar o ônibus Parque Olinda
ou o Vila Rica. Já passou dois ônibus que eu não consegui ver quais eram.”
Disse a ele que nos sábados estas linhas não passavam ali, porque nos finais de
semana e feriados as linhas municipais se unem e mudam um pouco as rotas. Ele
me disse que não, que ele já tinha pegado um daqueles ônibus naquele dia mesmo,
então não quis insistir. “Eu ganhei 15 reais hoje”, disse ele. Eu sorri
positivamente e disse que era muito bom. Então ele me disse que agora só
precisava de mais 15 para fazer sua festa e aniversário. “Faço aniversário dia
13 junho (falávamos antes dessa data). Ganhei um bolo e uns refris e agora só
preciso comprar os salgadinhos e os docinhos”. Achei muito estranho e perguntei
de quem ele tinha ganhado o bolo e ele respondeu: “De uma mulher da padaria,
sabe qual é? Ela me deu o bolo e os refris, mas disse que iria fazer o bolo
para hoje. Quero ver se consigo o resto das coisas para fazer a festa hoje se
não o bolo não vai dar”.
Fiquei intrigada com aquela história. Então o menino retoma:
“Tem um monte de gente lá em casa só me esperando para começar a festa. Meus
primos, amigos, minhas tias, meu pai e meu irmão só estão esperando eu comprar
os salgadinhos e os docinhos, mas estão todos lá arrumados para a festa”. Nesse
momento pensei que ele estaria imaginando, inventado algo que gostaria que acontecesse
talvez. Perguntei sobre sua mãe, ele disse que não tinha, então comentei que já
era fim de tarde, que ele tinha pouco tempo e ele disse que sabia. Pensei mais
um pouco e inclusive em dar o dinheiro para ele, mas percebi que sua mochila
parecia muito pesada e indaguei se ele não estava com frio, ele disse que sim e
eu perguntei se não havia um casaco em sua mochila ele disse: “Tem um caso aqui
sim, mas não é meu é um novo do meu irmão, mas se eu usar ele vai brigar comigo”.
Fiquei quieta curiosa com a situação, pois não era só um caso que ele tinha,
percebia o grande peso que havia.
“Minha festa vai ser muito legal. Tomara que esse ônibus
venha logo para começarmos a festa, está todo mundo esperando”, insistia o
menino. Resolvi me calar porque não estava acreditando naquela história, mas
estava me comovendo. Ele contou então que brincava muito com seus primos, que
eles gostavam de jogar bola e que suas tias eram muito legais. Enquanto tagarelava
ao meu lado chamava a atenção das outras pessoas na parada por tamanha
história. Se espremendo de frio, porém não mal vestido seguia com sua ideia do
que faria ao pegar o bolo e ao chegar em casa. Pensei que ele poderia estar
falando a verdade, mas por que ele estaria fazendo tudo àquilo com tanta gente
esperado por ele? E se seu aniversário nem era naquele dia, por que tinha que
fazer naquele momento? Eu pensava tudo isso e ele falava empolgado sem parar,
me fazendo perceber que era humilde, estudado e educado, o que me deixava mais
pensativa ainda.
Vários ônibus se aproximavam e ele levantou do banco, me
agradeceu e deu tchau, dizendo que pegaria qualquer um. Os ônibus chegaram na
parada, arrancaram e o menino não subiu em nenhum alegando que esperaria o
próximo. Cogitou ainda pegar um ônibus no sentido contrário para chegar até o
centro e pegar outro de volta, sugeri que não, pois assim gastaria mais passagem.
Novamente sentado ele falou de novo no dinheiro que faltava. Pensei que ele
estava me fazendo pressão psicológica para que eu desse os 15 reais que
faltavam. Fiquei quieta e em seguida perguntei se ele estudava e ele respondeu
que sim acrescentando qual era a escola. Mais dois ônibus e o menino não
partiu. Nesses 20min de conversa surge no meio da avenida um TM2 adiantado ou
atrasado, sei eu, mas eis que surge meu bus. “O menino logo vê e grita tia,
esse é o teu”. Dei tchau para ele e desejei boa festa. Ele agradeceu
educadamente e com sua mochila pesada, ranhento e com as moedas que paguei as
balas na mão e sei lá mais o quê, ficou na parada. Subi no ônibus e fui embora.
O que sei dele? Sei que no dia 13 de junho ele fez 13 anos.
sábado, 2 de junho de 2012
Orquestra de Câmara da ULBRA tocando os Clássico do Rock
Assisti a Orquestra de Câmara da ULBRA tocando os Clássico do Rock, simplesmente maravilhoso e diferente de tudo que já assisti. Os violinos, a guitarra, o baixo, o maestro e os cantores, tudo em perfeita harmonia e feito visivelmente com um gosto que chega a emocionar. É bonito de ver e empolgante porque é rock.
23/05/2012 - Cia de Guilherme Machado e Amanda Porterolla
Veja os vídeos da Orquestra em: http://www.youtube.com/user/concertosdana/
segunda-feira, 28 de maio de 2012
segunda-feira, 21 de maio de 2012
Adrenalina ao extremo no Super Carros 2012
INEMA - Adrenalina ao extremo no Super Carros 2012
Sabe qual a sensação de estar em uma Ferrari a 220km/h? Inexplicável. Sair de órbita, decolar, elevar a adrenalina ao extremo, isso pode dar uma noção do que é andar em um Super Carro como os que podem ser vistos na televisão. Você pode tentar imaginar, mas só vivendo para saber e descobrir que emoção pode ter várias definições. Mistura de medo, adrenalina e emoção da maior aventura que já tive na vida.
O ronco dos motores foi a trilha sonora dos apaixonados por carros no último final de semana. Quem esteve no Autódromo Internacional do Velopark nos dias 19 e 20 de maio, teve a oportunidade de estar entre as maiores máquinas do automobilismo. Mesmo quem não esteve dentro de uma pode conhecer de perto e participar das muitas atrações que o evento Super Carros 2012 levou para Nova Santa Rita/RS.
As atividades no parque de eventos variavam de Test-Drive em "naves" como Lamborghini, Ferrari, Porsche, Corvette entre outros, em voltas rápidas na carona com pilotos, corrida de kart e Trilhas Offroad de Quadriciclo, show de Drift com o público na carona, arrancadas e apresentações do Gol pula-pula e do Big Foot. As crianças não ficaram de fora, também tiveram atividades com vídeo games, simuladores, autoramas e pista de kart infantil.
Milhares de pessoas de toda a região estiveram no Super Carros 2012. Muitos apenas assistiram as atrações e aproveitaram para tirar fotos ao lado das máquinas, porém vários outros participaram efetivamente. Eu tive o privilégio de me aventurar em uma Ferrari 430. Na carona de um grande piloto experimentei a alta velocidade na pista do Velopark. Saímos dos boxes para a pista conversando e combinamos que nos comunicaríamos por sinais.
Na primeira volta achei que teria que pedir para reduzir, você cola no banco e não tem mobilidade, a sensação de medo misturado me fez sentir saindo de órbita naquele momento. Seguimos comigo fazendo sinal de positivo, porém com a adrenalina nas alturas. Tive medo e ao mesmo tempo emoção, não quis parar.
Na segunda volta já estava um pouco mais familiarizada com a velocidade, as curvas eram ainda mais inexplicáveis. Uma sensação que não boa, mas que também não era ruim, algo diferente de tudo, mas na terceira e última volta rodamos em uma curva, giramos tão rápido que só pensei no carro que vinha atrás, se ele iria parar e ele desviou de nós.
Após meu sinal de positivo seguimos para o box novamente terminando a aventura. Desci do carro com o corpo todo tremendo, mas com tanto para contar que faltavam palavras, simplesmente pura adrenalina.
Sabe qual a sensação de estar em uma Ferrari a 220km/h? Inexplicável. Sair de órbita, decolar, elevar a adrenalina ao extremo, isso pode dar uma noção do que é andar em um Super Carro como os que podem ser vistos na televisão. Você pode tentar imaginar, mas só vivendo para saber e descobrir que emoção pode ter várias definições. Mistura de medo, adrenalina e emoção da maior aventura que já tive na vida.
O ronco dos motores foi a trilha sonora dos apaixonados por carros no último final de semana. Quem esteve no Autódromo Internacional do Velopark nos dias 19 e 20 de maio, teve a oportunidade de estar entre as maiores máquinas do automobilismo. Mesmo quem não esteve dentro de uma pode conhecer de perto e participar das muitas atrações que o evento Super Carros 2012 levou para Nova Santa Rita/RS.
As atividades no parque de eventos variavam de Test-Drive em "naves" como Lamborghini, Ferrari, Porsche, Corvette entre outros, em voltas rápidas na carona com pilotos, corrida de kart e Trilhas Offroad de Quadriciclo, show de Drift com o público na carona, arrancadas e apresentações do Gol pula-pula e do Big Foot. As crianças não ficaram de fora, também tiveram atividades com vídeo games, simuladores, autoramas e pista de kart infantil.
Milhares de pessoas de toda a região estiveram no Super Carros 2012. Muitos apenas assistiram as atrações e aproveitaram para tirar fotos ao lado das máquinas, porém vários outros participaram efetivamente. Eu tive o privilégio de me aventurar em uma Ferrari 430. Na carona de um grande piloto experimentei a alta velocidade na pista do Velopark. Saímos dos boxes para a pista conversando e combinamos que nos comunicaríamos por sinais.
Na primeira volta achei que teria que pedir para reduzir, você cola no banco e não tem mobilidade, a sensação de medo misturado me fez sentir saindo de órbita naquele momento. Seguimos comigo fazendo sinal de positivo, porém com a adrenalina nas alturas. Tive medo e ao mesmo tempo emoção, não quis parar.
Na segunda volta já estava um pouco mais familiarizada com a velocidade, as curvas eram ainda mais inexplicáveis. Uma sensação que não boa, mas que também não era ruim, algo diferente de tudo, mas na terceira e última volta rodamos em uma curva, giramos tão rápido que só pensei no carro que vinha atrás, se ele iria parar e ele desviou de nós.
Após meu sinal de positivo seguimos para o box novamente terminando a aventura. Desci do carro com o corpo todo tremendo, mas com tanto para contar que faltavam palavras, simplesmente pura adrenalina.
terça-feira, 24 de janeiro de 2012
Todo dia deveria ser Natal
Como nunca é tarde, quero falar do Natal. Há um tempão estou querendo expor o que sinto sobre esta data, mas os dias foram passando e só agora, que me encontro trancada no trânsito de Cachoeirinha mais uma vez, eu vou escrever. Pois bem, Natal pra mim sempre foi uma data muito especial. Sou católica, hoje em dia não mais praticante, mas ainda católica. Sei bem o que datas como esta representam e, ao contrário de um colega jornalista aí que escreveu em sua matéria sobre o Dia da Consciência Negra no Diário Gaúcho que o Natal representava a morte de Jesus Cristo, sei que o Natal marca o nascimento do Menino Jesus. Apesar de este ser o principal de tudo vou falar aqui do meu Natal.
Tenho um certo trauma de infância com Papai Noel. Gosto de toda a função, mas não me atrevo a sentar no colo do bom velhinho desde o dia em que fui obrigada a entregar meu bico para ele. Eu era uma criança, mal chegava perto dele, e ter de entregar minha chupeta foi realmente triste e traumatizante. Talvez na verdade o problema seja comigo, pois também tenho pânico de palhaços e que eu me lembre eles nunca me fizeram nada. De fato a gente cresce e as coisas vão mudando. Ainda tenho horror de palhaços, mas com o Papai Noel já tenho uma relação mais amigável. Tanto que neste último Natal, de 2011, eu mesma decidi representar o velhinho para surpreender minha afilhada.
A ideia foi bem aceita, mas um tanto estranha. Meu pai, quase piadista, disse que eu seria o Papai Noel da Etiópia. Realmente, quem me conhece entende por que. Foi então me meu cunhadinho mais jovem, querido e gordinho decidiu vestir a roupa vermelha e carregar o saco. A escolha não poderia ter sido mais certa. Ele foi um super Papai Noel e emocionou a todos nós com seu carisma e dedicação à causa. Minha ideia era inicialmente ir a uma instituição distribuir brinquedos e na noite de natal sair pela rua indo nas casas que tinham crianças, pois afinal de contas eu fui uma criança e sempre tive Papai Noel nos meus natais, bem, pelo menos até eu descobrir que ele era o vizinho da minha avó e se chamava Jesus. Isso mesmo, meio doido né!? Imagina para explicar para uma criança?
Contudo, eu sempre tive natais felizes, graças às bênçãos do menino Jesus, o verdadeiro. Neste natal quis fazer a diferença e levar a alegria do natal a outras crianças. Hoje eu tenho esse gosto por esta data talvez por tudo que sempre tive na minha família, muito simples, mas tinha. Esse ano decidi que faria um pouco mais do que presentear as mesmas pessoas de sempre. Participei de uma ação da GM com meu pai onde cada um retirava uma bola do pinheiro onde tinha um nome de uma criança e sua idade. Depois disso essa seria a contemplada por nós com presentes e produtos de higiene. Um projeto bem organizado e muito bonito que pude participar. Gostei muito de escolher presentes para alguém que eu sequer conhecia, mas imagino sua felicidade em receber tudo que escolhi com carinho.
A noite de Natal foi então ainda mais bonita. Três famílias diferentes lá em casa fizeram uma noite de pura confraternização, fraternidade e amor. Tivemos amigo secreto e trocamos presentes. Dançamos, conversamos, brincamos e comemos. Uma noite iluminada que contou com a presença do ilustre Papai Noel que, apesar de eu não lhe olhar nos olhos, vi que fez um papel tão, mas tão fabuloso que nossas crianças, que na casa eram duas, ficaram encantadas e pude ver em seus olhinhos o brilho, a pureza e a inocência de uma criança. Até nós adultos entramos na brincadeira e recebemos presentes do “velhinho”, inclusive teve adultos que sentaram no colo dele, pronto falei! Foi de verdade um natal muito bonito e acolhedor. No outro dia a celebração continuou com o restante de nossos familiares e a abertura de mais presentes com mais amor e carinho no ar. Posso dizer que mais um ano tive um grande Natal e com meu coração tranquilo por eu ter feito minha parte em vários sentidos. Além disso, fiquei tranquilizada por minha sobrinha não chupar bico.
sexta-feira, 13 de janeiro de 2012
Isadora na praia
Isadora na praia, um álbum no Flickr.
A beleza de ser criança é encantar todos a cada passo com toda a inocência de um ser. Fotinhos da Isadora, minha sobrinha, na praia em 2011/2012.
terça-feira, 13 de dezembro de 2011
Roda a trilha ae!!!
A vida não deveria ter trilha sonora, ela já tem. Sempre tem uma música que te faz lembrar de alguém, de algum momento, de um filme, uma cena ou te traga uma lembrança triste. Mesmo sem percebermos temos um repertório de canções de tempo em tempo. As mais variadas e até as que não gostamos muito, mas por marcarem determinada situação são lembradas quando menos esperamos.
Hoje em dia se vê gente com fones de ouvido em todos os lugares. Neste momento, por exemplo, estou no ônibus voltando do trabalho a exatamente uma hora e quinze. Óbvio que estou de fones de ouvido e olhando para os outros passageiros vejo que é um acessório da grande maioria. Seja lá o que cada um está ouvindo, estão escutando uma seleção de músicas feitas por eles próprios, já que é hora da voz do Brasil e acredito que a grande maioria não ouve o rádio neste horário, a não ser eu de vez em quando.
É de costume e cultural, a música faz parte de nossas vidas e a deixa mais feliz, emocionante e às vezes melancólica. As letras que parecem se encaixar com todos e ao mesmo tempo parecem ter sido escritas para aquela pessoa especialmente trazem a realidade, o sentimento, descrito perfeitamente junto às notas musicais. Música é arte bonita compartilhada puramente. Há alguns meses, por exemplo, vimos milhares de pessoas em uma só voz no festival Rock in Rio. Eu mesma me emocionei ao ouvir a esmagadora plateia cantando em coral músicas populares que me fizeram lembrar “n” coisas.
Dia desses recebi uma ligação de uma amiga me dizendo que ela precisava muito me ligar naquele dia, pois logo de manhã disse ter ouvido uma música que gostávamos muito e cantávamos juntas. No fim do dia quando foi ligar o rádio novamente estava tocando outra que também temos boas lembranças juntas. Conclusão, ela disse que era um sinal de que precisa me ligar naquele dia para falar comigo e saber como eu estava, já que ficamos às vezes tanto tempo sem nos falar.
A música faz toda a diferença, isso que eu não sou uma fã que sabe todo o repertório da sua banda favorita, ou que passa na rua e reconhece um cantor, compositor a quilômetros de distância. Sou eclética, e muito por sinal, mas não sirvo para tiete, hoje não. Sempre me imagino participando daqueles negócios que todo mundo sai dançando junto a mesmo coreografia em um lugar público (não sei com é o nomes). No trem, no ônibus, em uma loja ou restaurante, sempre imagino isso e riu sozinha. Acho que deve ser bem legal, porque a música é contagiante e nada mais bonito e divertido contagiar as pessoas que andam sérias, correndo, atrasadas ou de mau humor. A música faz isso, contagia a todos.
Hoje em dia se vê gente com fones de ouvido em todos os lugares. Neste momento, por exemplo, estou no ônibus voltando do trabalho a exatamente uma hora e quinze. Óbvio que estou de fones de ouvido e olhando para os outros passageiros vejo que é um acessório da grande maioria. Seja lá o que cada um está ouvindo, estão escutando uma seleção de músicas feitas por eles próprios, já que é hora da voz do Brasil e acredito que a grande maioria não ouve o rádio neste horário, a não ser eu de vez em quando.
É de costume e cultural, a música faz parte de nossas vidas e a deixa mais feliz, emocionante e às vezes melancólica. As letras que parecem se encaixar com todos e ao mesmo tempo parecem ter sido escritas para aquela pessoa especialmente trazem a realidade, o sentimento, descrito perfeitamente junto às notas musicais. Música é arte bonita compartilhada puramente. Há alguns meses, por exemplo, vimos milhares de pessoas em uma só voz no festival Rock in Rio. Eu mesma me emocionei ao ouvir a esmagadora plateia cantando em coral músicas populares que me fizeram lembrar “n” coisas.
Dia desses recebi uma ligação de uma amiga me dizendo que ela precisava muito me ligar naquele dia, pois logo de manhã disse ter ouvido uma música que gostávamos muito e cantávamos juntas. No fim do dia quando foi ligar o rádio novamente estava tocando outra que também temos boas lembranças juntas. Conclusão, ela disse que era um sinal de que precisa me ligar naquele dia para falar comigo e saber como eu estava, já que ficamos às vezes tanto tempo sem nos falar.
A música faz toda a diferença, isso que eu não sou uma fã que sabe todo o repertório da sua banda favorita, ou que passa na rua e reconhece um cantor, compositor a quilômetros de distância. Sou eclética, e muito por sinal, mas não sirvo para tiete, hoje não. Sempre me imagino participando daqueles negócios que todo mundo sai dançando junto a mesmo coreografia em um lugar público (não sei com é o nomes). No trem, no ônibus, em uma loja ou restaurante, sempre imagino isso e riu sozinha. Acho que deve ser bem legal, porque a música é contagiante e nada mais bonito e divertido contagiar as pessoas que andam sérias, correndo, atrasadas ou de mau humor. A música faz isso, contagia a todos.
domingo, 16 de outubro de 2011
Que mundo é esse?
Nada que ensina mais que a vida. Você pode fazer várias faculdades, pode se especializar em diversos assuntos, pode ser doutor, mestre o que for, mas só a vida vai te ensinar a ser humano, humilde, ser cauteloso, responsável, amigo, amado, cumplice, sensível, justo e solidário. Ao longo dos anos cada um vive diferentes situações, alegres ou tristes, que então mostram qual a reação do momento.
Por mais que as pessoas imaginem suas reações para determinadas situações tudo depende da circunstância e dos “poréns” do ocorrido. Dificilmente alguém seria tão controlado a ponto de não mudar de ideia, de não se deixar levar por um momento ou sentimento. As pessoas se entregam umas as outras, se dedicam ao que fazem e criam expectativas de retorno, o que às vezes decepciona e é aí que não dá para prever reações.
É fato que nos dias de hoje o egoísmo aflora nas pessoas fazendo com que elas vão em busca do próprio bem estar e nada mais. Todos querem se dar bem no trabalho, na vida afetiva, nos estudos. Até em uma fila de ônibus, todos querem ser o primeiro a entrar. Isso tudo faz com que as pessoas percam suas origens e coloca em extinção o amor ao próximo. Claro que eventualmente alguém pensa nisso e então se encontra uma viva alma pura de coração, mas a grande maioria está sujeita a esquecer sua essência educacional, se é que isso existe.
A utopia passa longe destas linhas, o que destaco é a vida e o que se aprende dela. Vejo tanta tragédia, discórdia, ganância e corrupção que tiro minhas conclusões, as pessoas estão esquecendo o que aprendem da vida, esquecendo o que um dia lhes foi ensinado como princípios e ética e acabam por se deixarem levar pelas ditas “coisas do mundo”.
Qual a solução para que não se percam os bons costumes? O que pode ser feito para as pessoas não adquirirem, involuntariamente, o egoísmo? Eu vejo que a única possibilidade para isso é a reflexão sobre si mesmo. Não acho que o pior dos problemas do mundo seja o comportamento das pessoas, mas talvez se elas fossem melhores poderiam resolver muitos problemas que fazem deste mundo cão ser as vezes injusto e outras vezes uma incógnita.
Por mais que as pessoas imaginem suas reações para determinadas situações tudo depende da circunstância e dos “poréns” do ocorrido. Dificilmente alguém seria tão controlado a ponto de não mudar de ideia, de não se deixar levar por um momento ou sentimento. As pessoas se entregam umas as outras, se dedicam ao que fazem e criam expectativas de retorno, o que às vezes decepciona e é aí que não dá para prever reações.
É fato que nos dias de hoje o egoísmo aflora nas pessoas fazendo com que elas vão em busca do próprio bem estar e nada mais. Todos querem se dar bem no trabalho, na vida afetiva, nos estudos. Até em uma fila de ônibus, todos querem ser o primeiro a entrar. Isso tudo faz com que as pessoas percam suas origens e coloca em extinção o amor ao próximo. Claro que eventualmente alguém pensa nisso e então se encontra uma viva alma pura de coração, mas a grande maioria está sujeita a esquecer sua essência educacional, se é que isso existe.
A utopia passa longe destas linhas, o que destaco é a vida e o que se aprende dela. Vejo tanta tragédia, discórdia, ganância e corrupção que tiro minhas conclusões, as pessoas estão esquecendo o que aprendem da vida, esquecendo o que um dia lhes foi ensinado como princípios e ética e acabam por se deixarem levar pelas ditas “coisas do mundo”.
Qual a solução para que não se percam os bons costumes? O que pode ser feito para as pessoas não adquirirem, involuntariamente, o egoísmo? Eu vejo que a única possibilidade para isso é a reflexão sobre si mesmo. Não acho que o pior dos problemas do mundo seja o comportamento das pessoas, mas talvez se elas fossem melhores poderiam resolver muitos problemas que fazem deste mundo cão ser as vezes injusto e outras vezes uma incógnita.
sexta-feira, 26 de agosto de 2011
terça-feira, 16 de agosto de 2011
Caso Ipanema FM
Sempre fui fã de rádio e sou um tanto eclética, porém, chata para música. Acompanho desde muito nova o radiojornalismo, o que me fez inclusive escolher me graduar em Jornalismo. Confesso que utilizo bastante os botões para trocar de rádio em busca daquilo que mais agrade meus ouvidos, entretanto tem horários específicos que certas rádios me ganham. A que mais gosto da programação na integra é a Ipanema FM, a qual no dia de ontem, 15 de agosto me perdeu como ouvinte, mas ganhou novamente hoje.
A recente estratégia de marketing da 94.9 deixou muita gente indignada. Eu, inicialmente percebi qual era a sacada do tipo, falem bem ou falem mal, mas falem de mim. Mas depois acabei caindo na brincadeira e achei que era alguma outra coisa, pegadinha, erro de sinal, que estavam em manutenção para algumas mudanças, enfim... Pensei diversas coisas na espera de que alguém se pronunciasse, no entanto enchi o saco e troquei de rádio.
Não fiquei de cara como muita gente, brinquei, falei bastante no twitter e facebook, mas acreditei que algo seria explicado depois e foi. A meu ver a ideia da ação não foi a divulgada, mas foi o que todos os apresentadores disseram, que o objetivo era reafirmar a marca mostrando o que as outras emissoras tentam fazer com seus ouvintes, enfia-lhes goela a baixa músicas de “sucesso” repetidamente. Penso que se fosse realmente isso foi mal explicado. Se fosse uma ação planejada e tals a explicação teria de ser clara simples e objetiva e não tão esmiuçada. Onde já se viu ter que explicar a piada?
Sigo ouvindo a Ipanema e não crucifico quem teve esta ideia, mas vi muitos comentários de uma galera que não curtiu o feito e outros que acharam fantástica a iniciativa de mostrar que a emissora faz muita falta nos dias de hoje, onde as modinhas tomam conta e enchem o saco. Percebi que muita gente do rock ou talvez apenas ecléticos como eu fizeram uma grande descoberta com esta ação, que a rádio livre, a ovelha negra, a 94.9 é insubstituível e que seu repertório é de fato fabuloso.
A única coisa que tenho efetivamente a reclamar é o despertar de ontem. Acordar com o despertador do rádio é uma rotina na casa do meu namorado e acordar com Bruno e Marrone seguido de Luan Santana e Angélica estragou meu dia. TPM é pouco para o mau humor que fiquei. Ainda fiquei um tempo ouvindo achando que era arreação e que alguém ia falar alguma coisa, sei lá, mas não. Só às cinco horas da tarde recebi uma ligação dizendo que era para eu sintonizar que a vida tinha voltado ao normal e que a Ipaneminsk estava no ar, mas aí meus queridos meu humor já tinha ido para o brejo e ninguém foi buscar. Na volta para casa pude ver uma bela lua cheia e ainda, acreditem se quiser uma estrela cadente, o que me fez pensar que “nessa vida nada perene um pouquinho de tudo eu já vi”.
A recente estratégia de marketing da 94.9 deixou muita gente indignada. Eu, inicialmente percebi qual era a sacada do tipo, falem bem ou falem mal, mas falem de mim. Mas depois acabei caindo na brincadeira e achei que era alguma outra coisa, pegadinha, erro de sinal, que estavam em manutenção para algumas mudanças, enfim... Pensei diversas coisas na espera de que alguém se pronunciasse, no entanto enchi o saco e troquei de rádio.
Não fiquei de cara como muita gente, brinquei, falei bastante no twitter e facebook, mas acreditei que algo seria explicado depois e foi. A meu ver a ideia da ação não foi a divulgada, mas foi o que todos os apresentadores disseram, que o objetivo era reafirmar a marca mostrando o que as outras emissoras tentam fazer com seus ouvintes, enfia-lhes goela a baixa músicas de “sucesso” repetidamente. Penso que se fosse realmente isso foi mal explicado. Se fosse uma ação planejada e tals a explicação teria de ser clara simples e objetiva e não tão esmiuçada. Onde já se viu ter que explicar a piada?
Sigo ouvindo a Ipanema e não crucifico quem teve esta ideia, mas vi muitos comentários de uma galera que não curtiu o feito e outros que acharam fantástica a iniciativa de mostrar que a emissora faz muita falta nos dias de hoje, onde as modinhas tomam conta e enchem o saco. Percebi que muita gente do rock ou talvez apenas ecléticos como eu fizeram uma grande descoberta com esta ação, que a rádio livre, a ovelha negra, a 94.9 é insubstituível e que seu repertório é de fato fabuloso.
A única coisa que tenho efetivamente a reclamar é o despertar de ontem. Acordar com o despertador do rádio é uma rotina na casa do meu namorado e acordar com Bruno e Marrone seguido de Luan Santana e Angélica estragou meu dia. TPM é pouco para o mau humor que fiquei. Ainda fiquei um tempo ouvindo achando que era arreação e que alguém ia falar alguma coisa, sei lá, mas não. Só às cinco horas da tarde recebi uma ligação dizendo que era para eu sintonizar que a vida tinha voltado ao normal e que a Ipaneminsk estava no ar, mas aí meus queridos meu humor já tinha ido para o brejo e ninguém foi buscar. Na volta para casa pude ver uma bela lua cheia e ainda, acreditem se quiser uma estrela cadente, o que me fez pensar que “nessa vida nada perene um pouquinho de tudo eu já vi”.
quarta-feira, 3 de agosto de 2011
Tonho Crocco - Gangue da Matriz
A falta de vergonha na cara desses políticos não tem limite mesmo. A sociedade tem que se unir e ir contra as barbaridades dessa máfia. A união faz a força, não é mesmo? Se eles são a minoria frente a população ainda temos esperança.
A favor da liberdade de expressão!
quarta-feira, 22 de junho de 2011
Perfil
Ela é a paciência em pessoa. Ela é amorosa, bem humorada, carinhosa, dedicada, jovial, vivida. Ela é linda, negra, cabelos escuros com lindos cachos, pele macia, sorriso incomparável. Estatura mediana, pernas grossas, mãos delicadas e um semblante de mulher guerreira. Mulher que sabe sobre a vida. Que já sofreu e já foi muito feliz. Mulher que ama o que faz e faz o que ama. Mulher que acolhe apenas com seu olhar à quem demonstrar algum afeto. Mulher que acima de tudo pensa na família e nunca em si primeiro. Mulher que não se compara, não se explica, pois é mãe e só isso basta para que todos estes adjetivos sejam reduzidos frente à sua magnitude.
Ela é Mary Rossecler Peinado da Silva, 46 anos. Mãe de duas meninas (mulheres), chamadas de seus bebês ainda. Ela é dona de casa que tem gosto de cuidar de seu lar e de sua família. Tendo sempre o amor e a fraternidade como base, sua família, composta por quatro pessoas, ela, as filhas e o esposo, cresceu e se desenvolveu nos últimos anos. No fim de 2009 Geisa, a filha mais velha, se casou e já esta esperando a primeira neta de Mary. A alegria e os laços de seus entes queridos só aumentaram desde então.
Irmã de duas mulheres e um homem, ela relembra um pouco de sua infância. “Não tínhamos muitas condições financeiras. O pai e a mãe trabalhavam, mas nós todos também começamos a trabalhar cedo. Lembro-me que estudava em um colégio público e levava para as aulas um saco plástico com meus tocos de lápis de cor. Nós sempre nos tratamos muito bem, mas como todos os irmãos, às vezes brigávamos. Um dia, eu e as gurias combinamos de dar uma surra no Gerson, o irmão mais novo, pois ele tinha feito algo para nós que agora sequer me lembro. Trancamos ele dentro de casa, mas logo o pai chegou e não permitiu que judiássemos dele”, contou Mary.
Trabalhando e estudando, Mary não conseguiu dar continuidade à ambos e na sétima série ela deixou de estudar para apenas trabalhar. Quando tinha idade o suficiente ela começou a sair e gostava muito de dançar. “Eu e a Rose, uma grande amiga, ensaiávamos durante a semana os passes de dança para que quando chegássemos na ‘Discoteca’ pudéssemos dar um show na pista”, disse ela, e segundo seu esposo, que a conheceu na época, elas realmente davam um show. “Elas dançavam muito bem. Tinha um outro rapaz que também fazia passes na discoteca, mas as duas sempre ganhavam. Era quase uma competição”, ressaltou Nilton Cláudio da Silva.
Ela é a minha mãe.
*Texto produzido para a cadeira de Redação Jornalística II - UNISINOS 2010
Ela é Mary Rossecler Peinado da Silva, 46 anos. Mãe de duas meninas (mulheres), chamadas de seus bebês ainda. Ela é dona de casa que tem gosto de cuidar de seu lar e de sua família. Tendo sempre o amor e a fraternidade como base, sua família, composta por quatro pessoas, ela, as filhas e o esposo, cresceu e se desenvolveu nos últimos anos. No fim de 2009 Geisa, a filha mais velha, se casou e já esta esperando a primeira neta de Mary. A alegria e os laços de seus entes queridos só aumentaram desde então.
Irmã de duas mulheres e um homem, ela relembra um pouco de sua infância. “Não tínhamos muitas condições financeiras. O pai e a mãe trabalhavam, mas nós todos também começamos a trabalhar cedo. Lembro-me que estudava em um colégio público e levava para as aulas um saco plástico com meus tocos de lápis de cor. Nós sempre nos tratamos muito bem, mas como todos os irmãos, às vezes brigávamos. Um dia, eu e as gurias combinamos de dar uma surra no Gerson, o irmão mais novo, pois ele tinha feito algo para nós que agora sequer me lembro. Trancamos ele dentro de casa, mas logo o pai chegou e não permitiu que judiássemos dele”, contou Mary.
Trabalhando e estudando, Mary não conseguiu dar continuidade à ambos e na sétima série ela deixou de estudar para apenas trabalhar. Quando tinha idade o suficiente ela começou a sair e gostava muito de dançar. “Eu e a Rose, uma grande amiga, ensaiávamos durante a semana os passes de dança para que quando chegássemos na ‘Discoteca’ pudéssemos dar um show na pista”, disse ela, e segundo seu esposo, que a conheceu na época, elas realmente davam um show. “Elas dançavam muito bem. Tinha um outro rapaz que também fazia passes na discoteca, mas as duas sempre ganhavam. Era quase uma competição”, ressaltou Nilton Cláudio da Silva.
Ela é a minha mãe.
*Texto produzido para a cadeira de Redação Jornalística II - UNISINOS 2010
terça-feira, 24 de maio de 2011
Eclética ao quadrado
A pessoa eclética pode ter vários picos de adoração, mas nunca deixando de dar espaço para tudo em sua time line da vida. Eu, nos últimos dias, tenho feito programas de lazer que compreendem àquilo que eu gosto e acabei descobrindo que o meu pico de “ecleticidade” tem oscilações gigantescas.
Um pouco menina, um pouco mulher, um tanto moleca, mas de fato uma pessoa de personalidade. Quando eu era pequena meu brinquedo favorito eram as Barbies. Ao mesmo tempo eu gostava de descer a lomba lá da rua no meu fusquinha (detalhe que a lomba era de paralelepípedo). Hoje gosto de diversas outras coisas, como música eletrônica e um samba de raiz.
Trazido da infância esse gosto por certas coisas se manteve, porém recentemente foi aflorado em uns finais de semana dedicados ao lazer. Estive no Iguatemi no Museu Encantado da Barbie, onde dezenas de bonecas contaram a história dos últimos 60 anos da moda. Foi um passeio muito interessante onde homens e mulheres apreciaram as bonecas e eu, registrava cada uma delas com os olhos brilhantes.
Eu, particularmente amei a exposição. As bonecas eram maravilhosas, com detalhes impecáveis, roupas, acessórios e sapatos fantásticos. Cópias de celebridades em toques especiais de realidade, as Barbies contaram a história da moda e da própria vida com as amigas, a família, o namorado Ken e as profissões que já se aventuraram na vida. Um Museu digno de parabéns por quem pode apreciar.
Há poucos dias tive outra ótima experiência que gostei muito, fui à Stock Car. Um programa diferente, mas eletrizante para quem gosta de carros e de assistir as corridas pela televisão. Sim, a mesma pessoa que foi ao Museu Encantado da Barbie estava ouvindo os roncos dos motores no Velopark em Nova Santa Rita. Depois de ganhar uma credencial de acesso aos boxes com a melhor frase em uma promoção pelo twitter fazer este passeio reascendeu meu desejo de infância de ser uma corredora.
Como diz o ditado, gosto é gosto e não se discute e eu nem me atrevo a discordar disso, afinal sou a ecleticidade em pessoa. Apesar disso tem muitas coisas que não consigo mudar. Tem coisas que não gosto e simplesmente não gosto. Não gosto de sertanejo nem programas de mulherzinha como chá disso e chá daquilo, mas gosto e gosto muito de uma tarde no salão de beleza ou relembrar os pagodes antigos em uma sessão mela cueca. Vale curtir o que se gosta e eras isso.

Um pouco menina, um pouco mulher, um tanto moleca, mas de fato uma pessoa de personalidade. Quando eu era pequena meu brinquedo favorito eram as Barbies. Ao mesmo tempo eu gostava de descer a lomba lá da rua no meu fusquinha (detalhe que a lomba era de paralelepípedo). Hoje gosto de diversas outras coisas, como música eletrônica e um samba de raiz.
Trazido da infância esse gosto por certas coisas se manteve, porém recentemente foi aflorado em uns finais de semana dedicados ao lazer. Estive no Iguatemi no Museu Encantado da Barbie, onde dezenas de bonecas contaram a história dos últimos 60 anos da moda. Foi um passeio muito interessante onde homens e mulheres apreciaram as bonecas e eu, registrava cada uma delas com os olhos brilhantes.
Eu, particularmente amei a exposição. As bonecas eram maravilhosas, com detalhes impecáveis, roupas, acessórios e sapatos fantásticos. Cópias de celebridades em toques especiais de realidade, as Barbies contaram a história da moda e da própria vida com as amigas, a família, o namorado Ken e as profissões que já se aventuraram na vida. Um Museu digno de parabéns por quem pode apreciar.
Há poucos dias tive outra ótima experiência que gostei muito, fui à Stock Car. Um programa diferente, mas eletrizante para quem gosta de carros e de assistir as corridas pela televisão. Sim, a mesma pessoa que foi ao Museu Encantado da Barbie estava ouvindo os roncos dos motores no Velopark em Nova Santa Rita. Depois de ganhar uma credencial de acesso aos boxes com a melhor frase em uma promoção pelo twitter fazer este passeio reascendeu meu desejo de infância de ser uma corredora.
Como diz o ditado, gosto é gosto e não se discute e eu nem me atrevo a discordar disso, afinal sou a ecleticidade em pessoa. Apesar disso tem muitas coisas que não consigo mudar. Tem coisas que não gosto e simplesmente não gosto. Não gosto de sertanejo nem programas de mulherzinha como chá disso e chá daquilo, mas gosto e gosto muito de uma tarde no salão de beleza ou relembrar os pagodes antigos em uma sessão mela cueca. Vale curtir o que se gosta e eras isso.
quarta-feira, 13 de abril de 2011
domingo, 20 de março de 2011
Edição especial - Revista Evidência
quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011
Anjinhos da minha vida
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