sexta-feira, 25 de setembro de 2009

>>>

Interessante
Em Londres um pub está fazendo sucesso porque instalou para seus clientes uma cabine telefônica com uma sonorização peculiar: enquanto a pessoa fala ao telefone, pode acessar o som de um congestionamento, com muito buzinaço.

Ou pode acessar o som de um ambiente de escritório. Toda essa parafernália é para que quem esteja do outro lado da linha não identifique o som do bar. Assim, o bebum pode dar uma desculpa esfarrapada e chegar em casa sem levar uma descompostura. Afinal, estava trabalhando até tarde, o coitado, e ainda por cima ficou preso num engarrafamento depois.

Essa cabine telefônica com efeitos especiais só vem demonstrar que os bares andam muito moderninhos, mas os casamentos continuam parados no tempo, mesmo na vanguardista Inglaterra. "Só vou se você for" segue na moda. Enquanto isso a hipocrisia deita e rola.

Muitas pessoas ainda têm uma idéia convencional do casamento: encaminham-se para o altar como quem encaminha-se para o supermercado em busca de um produto pronto, industrializado, com um rótulo dando as instruções de como utilizá-lo.

E parece que a primeira instrução é: nenhum dos dois têm o direito de se divertir sozinho ou com os amigos, a menos que o cônjuge esteja junto. Não é de estranhar que os prazos de validade do amor andem cada vez mais curtos. Não há paixão que resista ao grude. Não há paciência que resista à patrulha.Não há grande amor que prescinda de outras amizades. Sair sozinho para beber com os amigos deveria ser um dos 10 mandamentos para uma união estável, valendo para ambos os sexos.

Quem não gosta de bar, pode substituir por futebol, cinema, shows, sinuca, saraus ou o que o Caderno de Cultura sugerir. E não perca tempo lamentando por aquele que vai ficar em casa. Provavelmente ele vai se divertir tanto quanto. Ouvir música, ver televisão, ler livros, abrir um vinho, tomar um banho de duas horas, navegar na internet, dormir cedinho, tudo isso também é um programação. Quem não sabe ficar sozinho não pode casar, sob pena de transformar o matrimônio num presídio para dois.

Tem muita coisa de Londres que eu gostaria de ter aqui: parques mais bem cuidados, mais livrarias, mais respeito à individualidade, melhor transporte público, prédios mais charmosos. Só dispensaria o clima e esse pub pra lá de vitoriano, onde pessoas adultas são incentivadas a inventar um álibi para justificar um atraso.
Atraso é ter que mentir para que o outro não perceba que você está feliz.

Martha Medeiros
*Mais um texto vindo da minha caixa de entrada!

segunda-feira, 21 de setembro de 2009

Homens = & / x # Mulheres

Conhecida como TPM, a Tensão Pré Menstrual não afeta somente as mulheres, acredite se quiser: Afeta também o sexo frágil. Sim, eles, os másculos supremos que arrotam em público, que abrem cerveja com os dentes, que coçam o saco dentro do trem e que não lavam as mãos ao saírem do banheiro. Como isso? Por causa da mulher. Estudos não comprovam nada, mas eu garanto que nossa faze tão odiada e nosso ciclo afetam sim no humor, o sentimental e as atividades de um homem. Vou explicar:
Primeiramente, um casal, querendo ou não, um depende do outro, pois não vão a festas, a bares a lugar algum sem que o outro esteja devidamente informado, porém isso só acontece quando o inter não esta em campo (segundo uma amiga minha, a Carla) porque quando a coisa ta vermelha e a mulher ta cheia de cólicas, irritada ou sensível demais nada disso ocorre. Não há dialogo para saber se vão ao aniversário da fulana ou se vão ao parque aquático, ninguém vai e ponto final. Simples!
Sem falar que quando esses dias chegam o homem sempre sabe e daí ele vira um doce, faz tudo que a mulher pede, dá presente e cuida até nas palavras. Digo que eles ficam na TPM junto justamente por conviverem e acabarem com os mesmos sintomas, chatos mal humorados, irritados, porém ao invés de sensíveis grossos! É um ciclo, não adianta fugir! Por mais que eles não sofram na pele eles passam por isso junto conosco e ainda... Em dose dupla!
É amigas, sorte de nós que temos uns cavalheiros em casa que nos entendem e nos completam. Caso contrário (quem não tem) xinga o cachorro e vai dormir com um ursinho de pelúcia.

sábado, 12 de setembro de 2009

Final Infeliz

Que a Glória Perez me desculpe, mas os noveleiros de plantão vão concordar comigo que ela foi infeliz na escolha dos “finais” de cada um para o último capítulo da novela Caminho das Indias que foi ao ar ontem a noite. Segundo o site da Veja, o final da trama rendeu para a emissora cerca de 55 pontos no ibope. Que maravilha! Não dúvido, pois eu mesma era uma das centenas de pessoas vidradas em frente a TV. Não sou uma noveleira. Nem costuma ver novelas, mas confesso que no final da história sempre vejo. Muitas vezes, como ontem mesmo, fico perguntando o que aconteceu com fulano ou cicrano, e quem é quem pra entender a história. Não vi todos os dias o desenrolar de tudo, mas uma coisa eu entendi, que todos os vilões se deram bem.
Uma das poucas criações que não terminaram em todas as atrizes grávidas ou casamentos. Mas o que o povo quer? Acredito que as pessoas queiram ver justiça, pois elas buscam em programas de TV alguma semelhança com a vida real, e já que lá por detrás das telas um humano tem o poder de escolher o final de cada um o mínimo seria ser justo. Não seria legal muito menos criativo que tudo saísse conforme nós, meros espectadores, imaginamos. Mas aí é que entra a surpresa, aquela expressão de: Ôhhhh...
O mais interessante de tudo é quando acontece o inesperado, o inusitado que deixa todo mundo boquiaberto, entretanto, a autora não pensou da mesma forma que eu e optou por finalizar a história da maneira mais simples possível, deixando várias pessoas que acompanharam a novela inteira (ou só o final que fosse) insatisfeitos.
Fora tudo isso, foi muito boa a encenação de todos os atores, inclusive os cenários escolhidos. Parabenizo a todos pelo trabalho, mas eu sou uma que não vejo mais novela alguma.

quarta-feira, 9 de setembro de 2009

Em um futuro próximo:



*Este foi mais um dos e-mails bem humorados que recebo e posto aqui para compartilhar.

Ficção

Espírito Jovem
Cabeça vai, cabeça vem. Movimentação na cidade. Buzinas, engarrafamento. Choro de criança, coisas caindo, gente conversando e no último banco da estação de trem uma senhora quieta e cabisbaixa. Parecia triste, vendo-a de longe, deslocada e quieta, muito quieta! Chega o trem, e a velha senhora embarca. Ao sentar pudemos ver o semblante daquela mulher que agora parecia misteriosa, no entanto nada tinha de tudo que eu disse.
Ela era bonita, visivelmente castigada pelo tempo, mas bonita. Estava sim muito quieta, porém era porque estava ouvindo rádio no seu MP3 e como se pode ver mais de perto, estava bem concentrada no que ouvia, mas mudava suas expressões muito rapidamente. Parecia alegre, entretanto às vezes fazia movimentos bruscos demais para uma senhora de seus setenta e poucos anos. Uma mulher muito interessante pude ver que não era só eu quem a seguia com os olhos, mesmo silenciosa em meio a toda aquela “muvuca” de cidade grande aquela senhora chamava atenção, justamente por sua descrição e silêncio.
Compenetrada a velha senhora não largava seu MP3, devia estar ouvindo hinos da igreja, quem sabe músicas de seus filhos ou ainda, um ídolo desde a infância. Ela parecia ser a única pessoa que não se sentia incomodada com o aperto do trem, que cada vez aumentava mais, e não demonstrava menor vontade de descer. Enfim, ela mexe nos botões, parece trocar de música ou de rádio, e só então levanta a cabeça e vê a quantidade de pessoas ao seu redor, olha a paisagem da rua, mexe na bolsa e relaxa. Passados uns quinze minutos ela volta aos botões e recomeça tudo de novo.
Concentrada e com um aparente temperamento bipolar ela volta a se deter somente ao que escuta nos fones de ouvidos, como se todas aquelas pessoas barulhentas ao seu redor fossem abduzidas em um só instante e restará apenas ela no trem. Passados mais alguns minutos a senhora fica tensa, parecendo inquieta. O trem já não estava mais tão cheio, fazendo com que os passageiros sentados ficassem frente a frente. Foi então que em um só grito, juntamente, com um pulo de alegria aquela senhora de seus setenta anos gritou: Gooooooooooooooooolllll! Sim, ela escutava o jogo de futebol do seu time. Inevitavelmente, todos os passageiros riram. Intrigante, pois ela era a única quem escutava o jogo! Perguntei para um rapaz ao meu lado: Quem esta jogando hoje? Pois ele também não sabia. A senhora então desligou seu MP3 e educadamente se desculpou pelo leve escândalo que fez. Um menino ao fundo indaga: Pra que time tu torce vó? E ela respondeu: Sou de Santana do Livramento meu filho, e torço pro imortal Quatorze de Julho que fez um gol aos 43 minutos do segundo tempo.
Um pouco depois o trem para e a, agora jovem senhora, desceu do trem sobre os aplausos dos passageiros do vagão. Simplesmente, uma jovem senhora, gaúcha da fronteira, quatorzeana que se despede feliz como uma criança daquele público stressado e “jovem”, mas que para ela aparentava uns noventa anos.
*Baseada no meu sogro que torce para este time que quase não existe mais.

segunda-feira, 31 de agosto de 2009

Extinção do fumo

Não me lembro em qual semestre da faculdade eu estava nem que cadeira eu estava cursando, muito menos da professora. Só lembro que ela nos mostrou um filme bem... Diferente. O nome do filme era “Obrigado por fumar” e eu tive que fazer uma sinopse dele depois. Apesar de diferente era muito interessante, mas não é a história do filme que eu vou contar. O fato é que em determinado momento o autor faz menção ao antigo cinema e ao mercado que ele enriquecia, o do fumo. Antigamente considerava-se elegante, sexy e bonito fumar. Andar ou posar para fotos com um pequeno “objeto” fazendo fumaça. Neste filme é justamente este o ponto de partida do protagonista ao tentar reinserir esta “moda”.
O filme não é muito novo, e ao criá-lo é bem provável que o autor tenha pensado como eu pensei hoje, que as pessoas não fumam mais como antes.
Com certeza isso é bom, muito bom... Magnífico. Inclusive parabéns àqueles que largaram este vício horrendo. Mas o que me chamou a atenção nas ruas é que hoje em dia não se vê tanto toco de cigarros por aí espalhados pelo chão, muito menos pessoas estragando seus pulmões. Não sei se é porque a maioria das pessoas do meu convívio não fumam, ou deixaram de fumar. Mas há poucos dias vi uma guria, adolescente já, com um cigarro entre os dedos, mas não me chamou a atenção a idade aparente dela, mas sim pela grande fumaça que ela estava produzindo em meio a várias pessoas tão quietas.
Quando minha mãe era fumante eu era criança e não me lembro de alguma vez o cheiro ter me incomodado, talvez por eu já estar acostumada com aquilo, não sei! Mas agora logo sinto o cheiro e Deus o livre se pega no meu cabelo!
Outro fato que talvez prove esta minha tese é que até pouco tempo se vendia no mercado o fumo mesmo e aquele papelzinho, o tal do colomi, se não me falha a memória. Não sei se ainda é vendido, mas aí esta outra coisa que nunca mais vi.
As pessoas também estão respeitando mais umas as outras em relação a isso parece. Nunca mais vi alguém fumar em lugar proibido ou coisa parecida. Justamente, deve ser porque iria ser uma fumante entre vários não fumantes. Enfim um passo a frente! Enfim algo de ruim extinguível com o tempo. Também merecemos, as notícias boas, não é mesmo!? Vivaaa!!!
Eu, particularmente, vibro com este avanço da população, pois sei o mal que essa droga faz.
“...nicotina também mata é tua saúde...” (Da Guedes)

domingo, 30 de agosto de 2009

Segurem o tempo

Eu sempre quis estar em dois lugares ao mesmo tempo. Agora, por exemplo, gostaria de estar aqui onde eu estou e no meu quarto organizando minhas coisas para iniciar mais uma semana. Algo que é impossível, entretanto eu precisaria disso. Certa vez cheguei até a me matricular em duas cadeiras na mesma noite, uma na faculdade e outra no curso de inglês. Vocês devem imaginar que não deu certo, pois tinha sempre que me ausentar de uma, e isso em um semestre ia ser bastante. Em minha defesa digo que não fiz de propósito, não tive alternativa e achei que mais tarde iria conseguir trocar alguma delas. Resultado: Tranquei o inglês e até hoje não voltei a fazê-lo.
Certo que é tudo uma questão de organização, de se acostumar e entrar no ritmo. Mas como diz meu namorado, ‘sou superativa’ daí não tem quem segure.
Talvez se o dia tivesse mais horas eu conseguiria realizar tudo que eu tenho vontade. Se fossem 32 ao invés de 24 horas. Ou melhor, se não dormíssemos, se tivéssemos um dispositivo que só recarregasse e pronto. -Sempre achei que dormir era perda de tempo mesmo!
Sei que não é fácil! E eu disse tudo isso apenas para explicar o porquê das minhas postagens não estarem sendo devidamente atualizadas. É isso que acontece, metaforicamente falando: meu relógio estragou. O que acarreta vários dias de atrasos de inovação.
Já que neste Blog prezo por contar, criticar ou repassar situações do cotidiano, não vejo necessidade de, simplesmente, encher de abobrinhas estas linhas que, normalmente, levo alguns minutos para escrever de maneira a exprimir a realidade. Neste caso fico feliz em poder explicar, e sei que todos entenderão, e assim faço o desfecho desta breve postagem, pois tenho muito a fazer ainda antes de dormir.
“Nós não temos todo o tempo do mundo...” (Pitty)

segunda-feira, 24 de agosto de 2009

Ensaio:





Nossas belezas de modelo a toda Terra
Às belezas que com orgulho mostramos a toda Terra, valorizando a cultura e o lazer. Povo que goza das virtudes que têm, como no pôr do sol do Guaíba, em Porto Alegre, um dos pontos turístico de maior destaque em uma das capitais com maior índice de desenvolvimento no país. Como em Torres, a mais bela praia Gaúcha, retratada por pessoas que com constância a desfrutam em qualquer época do ano. Lugares que com gosto servimos de modelo, levando gente aguerrida a enfrentar o frio em busca de exuberantes paisagens e jovens a terem a façanha de organizar festas ao ar livre em toda região. Terra que, graças à divindade entrelaça um clima eclético cativando turistas. Ensaiadas aqui com pontos turísticos bem frequentados e suas belezas enfatizadas.

*Criei este ensaio fotográfico para participar do Prêmio de Jornalismo Experimental da Unisinos. Apesar de não ter ganhado nada, valeu a experiência.

quarta-feira, 12 de agosto de 2009

O homem na lua!


Pandemia de lucro!

*Recebi este e-mail de autor desconhecido e resolvi compartilhar com vocês:
“No mundo, todos os anos morrem dois milhões de pessoas vítimas da malária, que poderia ser prevenida com um simples mosquiteiro. E a mídia não diz NADA. No mundo, todos os anos dois milhões de meninos e meninas morrem de diarréia que poderia ser tratada com um soro oral de 25 centavos. E a mídia não diz NADA. Sarampo, pneumonia, doenças curáveis com vacinas baratas, causam a morte de dez milhões de pessoas no mundo todos os anos. E essas notícias não são divulgadas. Mas há alguns anos atrás, quando a gripe aviária surgiu, inundaram o mundo de notícias, sinais de alarme… Uma epidemia, a mais perigosa de todas! Uma pandemia! Só ouvia da terrível doença das galinhas. Porém, o Influenza H5N1 causou a morte de 250 pessoas em todo o mundo. 250 mortos durante 10 anos, para o qual dá uma média de 25 vítimas/ano. A gripe comum mata meio milhão de pessoas todos os anos no mundo. Meio milhão contra 25. Um momento! Então, por que se armou tanto escândalo com a gripe aviária? Simples, porque atrás dessas galinhas havia um "galo", um galo de espora grande. O Laboratório farmacêutico Roche com o seu já famoso Tamiflú, vendendo milhões de doses aos países asiáticos. Embora o Tamiflú é de efetividade duvidosa, o governo britânico comprou 14 milhões de doses para prevenir a população deles. Com a gripe aviária, Roche e Relenza, as duas grandes companhias farmacêuticas que vendem esses antivirais, obtiveram milhões de dólares de ganância. Antes, com as galinhas e agora com os porcos. Sim, agora a psicose começou com a gripe suína. E os jornalistas do mundo só falam disto. Eu desejo saber: se atrás das galinhas havia um "galo", atrás desses porcos não haverá um "grande porco"? Por que indubitavelmente são as multinacionais poderosas que vendem os remédios supostamente milagrosos. E novamente a "bola da vez" é o "milagroso" Tamiflú? Quanto custa? US$50 a caixa! 50 dólares uma caixa de pastilhas? Que negocião! A companhia norte americana Gilead patenteou o Tamiflú. O maior acionista desta companhia é um personagem sinistro, Donald Rumsfeld, o secretário de defesa de George Bush, "descobridor" das armas químicas que ocasionou a guerra contra o Iraque. Os acionistas dos grupos Roche e Relenza estão se dando as mãos, felizes com as vendas milionárias do duvidoso Tamiflú. A verdadeira pandemia é o lucro, a enorme ganância destes mercenários da saúde. Se a gripe suína é uma pandemia tão terrível como anunciam os meios de comunicação, se para a Organização Mundial da Saúde (OMS) ela preocupa tanto, por quê não declara isto como um problema de saúde pública mundial e autoriza a fabricação de medicamentos genéricos para a combater?”

- De fato tenho que admitir que o/a colega aí tem razão de certo modo. Entretanto, tenho que defender a minha raça. Não consegui entender o porquê de tanta magoa deste indivíduo em relação a mídia e aos Jornalistas. Poxa vida, quer dizer que a culpa desta bagunça toda é da mídia por divulgar em excesso as informações? Como disse, até concordo com o ponto de vista desta criatura, mas agora afirmar que a mídia não diz NADA? Que não é divulgado os outros óbitos que só fazem crescer as estatísticas? Vou esclarecer uma coisinha aqui que aprendi nos meus poucos anos de faculdade: Jornalista é transmissor, sua função é informar, basicamente isso. Agora, que há um certo sensacionalismo de algumas partes há. Que há importância maior para alguns casos há. Mas isso não é por culpa dos Jornalistas! Sabemos que no Brasil pessoas influentes conseguem mais espaço que as outras. Neste meio há uma certa “manipulação”, entretanto não é por parte do profissional ou da mídia em si, mas sim daqueles que estão de fora, fazendo canalhices por debaixo dos panos, usando a mídia, os Jornalistas e a população inteira como fantoches, e assim fazendo o que bem entendem com nosso dinheiro, nosso direito de justiça e a informação que chega em nossa casa. Infelizmente assim é o nosso país!

sábado, 8 de agosto de 2009

Don't Stop

*Esse bichinho vale ouro! Hauahua!

Ela vai... Ela vem... Ela ainda não chegou!

Quem é que não fica gripado nessa época do ano? Até o presente momento não tinha me pronunciado a respeito da nova gripe, entretanto esse assunto ta dando o que falar, e pelo jeito até o fim do inverno vai continuar em foco. É um assunto que já ta até chato, que apesar de grave e preocupante é também repetitivo e cansativo. Resolvi só agora falar sobre o assunto porque eu acabei me gripando, graças a Deus com uma gripe comum, daquelas que todo mundo enfrenta durante o inverno. Nada de gripe do porco da ave ou de sei lá o quê! Simplesmente um resfriado um pouco mais incrementado, diria.

Por consequência da minha febre alta e a preocupação da minha mãe procurei uma clinica médica para que um especialista me receitasse um antigripal e me dissesse que era realmente uma gripe comum. Nesta experiência percebi que as pessoas estão mesmo desesperadas com essa Pandemia. Durante a espera para ser atendida, na recepção estavam várias pessoas, porém entre elas só eu e mais uma demonstrávamos sintomas de gripe, pois nós éramos as únicas que tossiam de minuto em minuto. Comecei a reparar que as pessoas começaram a se distanciarem de mim e me olharem fixamente, como que controlando meus movimentos para ver onde eu encostava. Da mesma maneira, meu pai percebeu que o médico chamou a outra moça, que por sinal tossia mais que eu, porque uma das recepcionistas havia pedido para que ele chamasse-a logo. As atendentes usavam mascaras e limpavam o balcão com álcool de tempo em tempo. Estava frio, mas todas as janelas estavam bem abertas, inclusive a porta, e ninguém reclamava. Todos estavam retraidos!

Não culpo as pessoas e nem as autoridades por tamanho exagero, pois todos, inclusive eu, temos medo, e diante dos crescentes números de óbitos por conta deste vírus é mesmo o caso de todos se precaverem de todas as maneiras possíveis. Porém, minha observação se dá pelo fato da “aparente” desorganização em relação aos cuidados que devem ser tomados. Ouvimos nos noticiários que todos casos suspeitos são colocados em observação em um ambiente reservado, mas e até se constatar que determinada pessoa é suspeita de estar com o vírus? E se eu estivesse com a gripe A? Naquele dia estaria dividindo o mesmo espaço com gestantes, crianças e outros indivíduos que foram ao médico por rotina, para mostrar exames ou simplesmente buscar um laudo médico! É um caso difícil de se resolver, mas ao mesmo tempo pessoas estão morrendo por todos os lugares sem sequer saber como pegou este maldito vírus.

Assim como tudo na vida as pessoas devem ser apenas corajosas, claro que prevenção é importante, entretanto ninguém vai se trancar dentro de casa e não sair mais na rua para não respirar o mesmo ar que as outras pessoas. Corremos riscos o tempo inteiro, e este? Infelizmente se tornou mais um deles. Enquanto isso, ao invés de liberar uma vacina específica para toda a população as autoridades seguem fechando escolas, cancelando eventos e distribuindo mascaras.
Eu me curei do meu resfriado, mas confesso que não fico em lugares fechados por muito tempo. Será que isso vai durar até o fim do inverno? E no ano que vem? E se acontecer de novo? Não entendo como especialistas tão engenhosos levam tanto tempo para criar uma solução em pleno século XXI.
É gripe? Mais uma ou Aquela? Preste atenção nos sintomas, não saia espalhando pavor por aí!

quarta-feira, 22 de julho de 2009

Caos!

Juro que tento manter as esperanças de um país melhor, de um governo honesto e de pessoas boas, no entanto cada vez me assusto mais com as atitudes dessa gente. Essa gente que eu digo é daqui, dali, de todos os lugares. Gente que trabalha, gente que tem sonhos, gente que produz, que não faz nada, que acorda cedo pra procurar emprego, que dorme na calçada, que fica horas sem dormir pensando nas contas a pagar. Todo esse tipo de gente que parece normal, batalhadores como eu, como nós. O problema na verdade não são as pessoas, são as atitudes. Alguém que tenha o maior coração do mundo, um dia magoou alguém, um dia chorou sozinho no quarto, um dia não pode evitar um acontecimento, não pode segurar a mão de um amigo quando precisava, não pode abraçar o mundo com as pernas! Esse alguém com intenções puras ou não, erra, errou, pecou, sofreu e fez sofrer, involuntariamente ou não. Mas aí eu pergunto: O que fazer para não fazer nada? Nada de ruim, fora da lei, nada de assombroso ou de má fé. É difícil! Não sonho com a utopia. Sei que as pessoas são totalmente diferentes e que não cabe a nós excluir a podridão que nesse mundo já se instalou.
O problema está nos impulsos. Nas atitudes impulsivas. Se as pessoas pensassem melhor antes de agir, se colocassem no lugar umas das outras, se tivessem amor ao próximo e um coração puro de verdade, sem ódio, rancor, culpa, ou seja lá o que for, a convivência, o auxílio e o amor fraternal prevaleceria. No entanto sabemos que não é assim. Ouvi uma moça que adora os animais falar essa semana que os bichos muitas vezes são melhores que as pessoas. Achei engraçado, e confesso que na hora ache até idiota, mas agora falando neste assunto entendi o que ela quis dizer. Não há pessoa no mundo que não tenha sofrido por causa de alguma coisa que uma outra fez, uma palavra rude que ela disse ou uma atitude não pensada que a feriu profundamente. É fato, se ainda não aconteceu pode ter certeza que um dia irá.
Ao mesmo tempo em que a mente das pessoas é aberta é também limitada, pois não há a avaliação das consequências quando se age. O que tenho e temos que entender é que nada é perfeito, que todos se preocupam apenas consigo, e que certas coisas por mais que tenham sido causadas por nós humanos não nos cabe decidir. Forças maiores agem acima de nós e talvez por isso não entendemos muitas coisas. Eu não entendo o porquê das pessoas serem como são, mas vou continuar sem entender. Assim como ninguém entende o que a outra pessoa sente, e isto? Nem tente entender! Atitudes as vezes valem mais que palavras!

domingo, 19 de julho de 2009

Pérolas nossas de cada dia

Inspirada nas pérolas do ENEM comecei a prestar mais atenção no que as pessoas falam no dia-a-dia e o resultado foi que tanto no exame quanto na vida as pessoas cometem erros. Alguns deles são:

1- ... casa bagunçada é falta de etiqueta.
2- Como é mesmo o nome daqueles atendentes de posto de gasolina? Ah, os posteiros!
3- Quer comer mais? Não, obrigado, já estou infartado.
4- Nesta tarde de ontem.
5- ... tudo mundo vai.
6- ... era um vestido rosa pinkão.
7- Bah, que dião lindo lá fora!

sábado, 18 de julho de 2009

Mentira tem perna curta

Nunca fui bem sucedida em minhas mentirinhas. Quando eu era criança não gostava de tomar leite, mas minha mãe dizia que era muito importante, que eu tinha que tomar e blá blá blá... Fazia de tudo pra que eu tomasse um copo que fosse! Geralmente acordava eu e minha irmã com um nescauzinho quentinho na cama. Uma vez ela fez um copão pra eu tomar e me disse que quando voltasse do mercado eu tinha que ter tomado tudo, e saiu. Um pouco depois, lembro que peguei o copo inteiro e joguei pela janela, mas além de jogar por cima das plantas, minha tia estava chegando bem na hora e viu. Óbvio que contou pra minha mãe e ela me fez outro nescau fresquinho e não tive como escapar.

Mais tarde, quando já era “aborrescente” queria muita sair com umas amigas, no entanto minha mãe não quis me deixar ir, mas permitiu que eu dormisse na casa de outra. Foi quando eu “escapuli”! Elas moravam perto uma da outra, e eu acabei indo na festinha que tanto queria. No outro dia parecia que estava escrito na minha testa que eu havia saído. Acabou que eu mesma contei pra minha mãe o que eu tinha feito. Consequencia? Fiquei de castigo.
Uma outra vez, voltando mais ainda no tempo, eu estava brincando de cabeleireiro com minha vizinha e acabei cortando de verdade o cabelo dela (Quem nunca fez isso?). Ela usava um daqueles “rabos de cavalo” e eu levantei-o e tasquei a tesoura, mas quando me dei conta da burrada que havia feito disse pra ela ir para casa e dizer que estava brincando com a outra fulaninha e não comigo. Resultado: Minutos depois a mãe dela estava lá em casa indignada comigo e mostrando pra minha mãe o que eu tinha feito. No final, elas se entenderam, minha mãe brigou comigo e eu fiquei braba com a guria porque ela tinha contado que fora eu a culpada.

Essas peripécias, enquanto são feitas na inocência ou mesmo em uma fase da vida que a personalidade não esta bem formada ainda, ganham desconto, pois são besteirinhas que não fazem mal a ninguém, exceto a minha vizinha lá, mas... Crianças são crianças... Hehe!
O problema é quando a mentira vira marca registrada de uma pessoa. Quem não conhece a historinha do Joãozinho, que sempre mentia e quando falou a verdade ninguém acreditou? Paciência, a realidade é essa mesma! As pessoas que se viciam nesse método de “inovar” as histórias, provavelmente não são levadas a sério. O mentiroso sempre é pego. Quando não é surpreendido em pleno ato, que daí a coisa fica mais feia ainda! Como diz o ditado: Mentira tem perna curta! E o pior de tudo é que o mentiroso da vez sabe que está mentindo e não fica ao menos corado ao realizar tal disparate. É tão especialista no assunto que ele mesmo se convence da história pra depois levantar falso testemunho. As vezes o indivíduo escapa pela tangente, quase descoberto mas se safa o danado! O falsário de carteirinha é aquele que passa uma certa confiança e assim acaba por enganar a todos. É quase isso, o mentiroso! Muitas vezes não planeja, já é um costume que carrega consigo, mas da mesma maneira acaba por ser um enganador.

Há uma certa diferença entre mentir e omitir, e apesar de nenhum dos dois serem recomendados, acredito que mentir por gosto ou por medo, benefício próprio ou coisa parecida, ainda é pior do que simplesmente omitir determinada coisa. A pessoa que omite esta guardando segredo, poupando sofrimento ou ignorando assuntos inconvenientes, o que pode-se entender. - Que fique claro que não estou defendendo omissões. Mas a mentira, ah essa não tem perdão, não tem explicação!

Eu não sei mentir, até porque hoje em dia meus assuntos, meus problemas ou o que eu faço dizem respeito a mim e meu excelentíssimo, mais ninguém. Agora, quando faço uma mentirinha pra minha mãe invento uma história sem pé nem cabeça que é óbvio que não é verdade, então nós rimos e vira uma brincadeira. Por isso, não aceito e acho de má índole determinada pessoa que mente apenas para ter assunto. Não tem o que dizer? FICA QUIETO.

*Baseado em fatos reais.

segunda-feira, 13 de julho de 2009

Melô do Congresso

Bizarrices no sense parte II

* Recebi por e-mail e não pude deixar de compartilhar. Continua sendo triste, parece que a cada ano pioram, mas podem rir porque são muito boas!

"Pérolas do ENEM 2009 "

O tema da redação do Enem 2008 foi Aquecimento Global:
"o problema da amazônia tem uma percussão mundial. Várias Ongs já se estalaram na floresta." (percussão e estalos. Vai ficar animado o negócio)
"Vamos nos unir juntos de mãos dadas para salvar planeta." (tamo junto nessa, companheiro. Mais juntos, impossível)
"A floresta tá ali paradinha no lugar dela e vem o homem e créu." (e na velocidade 5!)
"Tem que destruir os destruidores por que o destruimento salva a floresta." (pra deixar bem claro o tamanho da destruição)
"Espero que o desmatamento seja instinto." (selvagem)
"A floresta está cheia de animais já extintos. Tem que parar de desmatar para que os animais que estão extintos possam se reproduzirem e aumentarem seu número respirando um ar mais limpo." (o verdadeiro milagre da vida)
"A emoção de poluentes atmosféricos aquece a floresta." (também fiquei emocionado com essa)
"Tem empresas que contribui para a realização de árvores renováveis." (todo mundo na vida tem que ter um filho, escrever um livro, e realizar uma árvore renovável)
"Animais ficam sem comida e sem dormida por causa das queimadas." (esqueceu que também ficam sem o home theater e os dvd's da coleção do Chaves)
"Precisamos de oxigênio para nossa vida eterna." (amém)
"Os desmatadores cortam árvores naturais da natureza." (e as renováveis?)
"A amazônia tem valor ambiental ilastimável." (ignorem, por favor)
"Explorar sem atingir árvores sedentárias." (peguem só as que estiverem fazendo caminhadas e flexões)
"Os estrangeiros já demonstraram diversas fezes enteresse pela amazônia." (o quê?)
"Paremos e reflitemos." (beleza)
"Temos que criar leis legais contra isso." (bacana)
"A camada de ozonel." (Chris O'Zonnell?)
"a amazônia está sendo devastada por pessoas que não tem senso de humor." (a solução é colocar lá o pessoal da Zorra Total pra cortar árvores)
"A cada hora, muitas árvores são derrubadas por mãos poluídas, sem coração." (para fabricar o papel que ele fica escrevendo asneiras)
"A amazônia está sofrendo um grande, enorme e profundíssimo desmatamento devastador, intenso e imperdoável." (campeão da categoria "maior enchedor de lingüiça")
"Vamos gritar não à devastação e sim à reflorestação." (NÃO!)
"Uma vez que se paga uma punição xis, se ganha depois vários xises." (gênio da matemática)
"A natureza está cobrando uma atitude mais energética dos governantes." (red bull neles - dizem as árvores)
"O povo amazônico está sendo usado como bote expiatório" (ótima)
"O aumento da temperatura na terra está cada vez mais aumentando." (subindo!)
"Na floresta amazônica tem muitos animais: passarinhos, leões, ursos, etc." (deve ser a globalização)
"Convivemos com a merchendagem e a politicagem." (gzus)
"Na cama dos deputados foram votadas muitas leis." (imaginem as que foram votadas no banheiro deles)
"Os dismatamentos é a fonte de inlegalidade e distruição da froresta amazonia." (oh god)
"O que vamos deixar para nossos antecedentes?" (dicionários)

quinta-feira, 2 de julho de 2009

Volta o cão arrependido...

De orelhas baixas, as unhas roídas e o rabinho entre as pernas a torcida colorada se despediu do Beira Rio ontem à noite sem o tão esperado título.

Com todos os seus maiores talentos escalados o Internacional entrou em campo com uma grande responsabilidade e o compromisso de destruir a vantagem do Corinthians e acabar com esta peleia da melhor maneira possível. Entretanto, não foi isso que aconteceu! Com tamanha diferença de gols existentes entre os times para a final da Copa do Brasil, o time colorado simplesmente abriu as pernas para o clube paulista dando espaço até para dancinha do Michael Jackson na comemoração de um gol, em pleno campo Gaúcho. Os times jogaram relativamente bem! Se não fosse a preocupação colorada - que em minha opinião foi o que mais atrapalhou - o nervosismo e, consequentemente, passes errados poderiam ter sido evitados de maneira a não permitir os três gols do Corinthians, sim porque graças ao bandeirinha "antenado", que este placar não aumentou mais ainda.

O festival de jogadas não finalizadas mostrou que não era mesmo a noite de Tite, e que não era desta vez que ele iria levar mais um título para casa, porém em nome do clube. E ainda, se não fosse aquele lamentável incidente de desavenças em meio de campo poderia ter ocorrido mais alguns minutos de bola rolando, o que favoreceria plenamente o Inter, pois os únicos dois gols feitos por Alecsandro aconteceram em menos de cinco minutos. Mas D’Alessandro, assim como todos os colorados que assistiam o “duelo” estava com os nervos à flor da pele, perdendo assim as estribeiras.

Como a esperança é a última que morre, torci até o último minuto de jogo, e cheguei à conclusão de que realmente não era a noite do Inter. Mas vem cá, me ocorreu uma coisinha agora: E o Ronaldo, hein? Disseram-me que estava em campo...

Não sejamos tão sonhadores como Paulo Santana, que há algumas semanas declarou que iria torcer para que o Inter fosse campeão, assim como o Grêmio da Libertadores da América, para que em 2010 os dois arquirivais pudessem se enfrentar no maior Campeonato da América. Mas não, não sou tão pretensiosa e sonhadora assim, mas como uma boa COLORADA e SECADORA que sou, vou estar sentadinha em frente à TV depois do Caminho das Índias para assistir o que o tricolor tem para nos mostrar nesta noite. A batalha também é dura companheiros, e que vença o melhor!

terça-feira, 30 de junho de 2009

Hit’scências

“Eu não tenho nada pra dizer, também não tenha mais o que fazer”. Nada pra criticar ou reivindicar desta vez, mas daí estive pensando nas músicas que me veem a cabeça algumas vezes por dia. Uma simples palavra que desenvolve toda uma melodia e produção musical na minha mente e, muitas vezes, me leva pra longe de onde eu estou. Esses dias aconteceu com o meu pai: ele saiu do curso e foi indo em direção ao carro cantarolando uma música lá, que diz ele que nem lembrava que sabia cantá-la. Ao chegar no carro se ajeitou e arrancou, no caminho ligou o rádio e estava tocando justamente a música que ele tava cantando minutos antes. E não era um hit do momento, diz ele que era uma música antiguinha já. Fiquei pensando no assunto e contei-lhe algumas vezes que já aconteceu isso comigo. Depois disso cheguei a conclusão de que na vida agente faz nossas trilhas sonoras, porque todo momento que lembramos de alguém, que ouvimos uma canção ou que ouvimos uma palavra que seja, a nossa mente se encarrega de transformar tudo em música. Pode não ser exatamente assim, mas muita coisa do dia-a-dia vira letra, com certeza eu não sou a única que faz tudo virar música, ou talvez sim! Minha imaginação é fértil mesmo, “mas não são só memórias”, ”todo mundo que ouve diz”, “as portas se abrem e aumenta o poder da visão”, e tudo isso porque “as flores de plástico não morrem”.