terça-feira, 24 de maio de 2011

Eclética ao quadrado

A pessoa eclética pode ter vários picos de adoração, mas nunca deixando de dar espaço para tudo em sua time line da vida. Eu, nos últimos dias, tenho feito programas de lazer que compreendem àquilo que eu gosto e acabei descobrindo que o meu pico de “ecleticidade” tem oscilações gigantescas.

Um pouco menina, um pouco mulher, um tanto moleca, mas de fato uma pessoa de personalidade. Quando eu era pequena meu brinquedo favorito eram as Barbies. Ao mesmo tempo eu gostava de descer a lomba lá da rua no meu fusquinha (detalhe que a lomba era de paralelepípedo). Hoje gosto de diversas outras coisas, como música eletrônica e um samba de raiz.

Trazido da infância esse gosto por certas coisas se manteve, porém recentemente foi aflorado em uns finais de semana dedicados ao lazer. Estive no Iguatemi no Museu Encantado da Barbie, onde dezenas de bonecas contaram a história dos últimos 60 anos da moda. Foi um passeio muito interessante onde homens e mulheres apreciaram as bonecas e eu, registrava cada uma delas com os olhos brilhantes.

Eu, particularmente amei a exposição. As bonecas eram maravilhosas, com detalhes impecáveis, roupas, acessórios e sapatos fantásticos. Cópias de celebridades em toques especiais de realidade, as Barbies contaram a história da moda e da própria vida com as amigas, a família, o namorado Ken e as profissões que já se aventuraram na vida. Um Museu digno de parabéns por quem pode apreciar.

Há poucos dias tive outra ótima experiência que gostei muito, fui à Stock Car. Um programa diferente, mas eletrizante para quem gosta de carros e de assistir as corridas pela televisão. Sim, a mesma pessoa que foi ao Museu Encantado da Barbie estava ouvindo os roncos dos motores no Velopark em Nova Santa Rita. Depois de ganhar uma credencial de acesso aos boxes com a melhor frase em uma promoção pelo twitter fazer este passeio reascendeu meu desejo de infância de ser uma corredora.

Como diz o ditado, gosto é gosto e não se discute e eu nem me atrevo a discordar disso, afinal sou a ecleticidade em pessoa. Apesar disso tem muitas coisas que não consigo mudar. Tem coisas que não gosto e simplesmente não gosto. Não gosto de sertanejo nem programas de mulherzinha como chá disso e chá daquilo, mas gosto e gosto muito de uma tarde no salão de beleza ou relembrar os pagodes antigos em uma sessão mela cueca. Vale curtir o que se gosta e eras isso.



domingo, 20 de março de 2011

Edição especial - Revista Evidência

Na edição especial de número 150 da revista Evidência antigos colaboradores deixaram seus depoimentos sobre as experiências vividas com a equipe.

Tive a sorte de fazer parte desta redação e o reconhecimento e consequentemente um depoimento publicado:


terça-feira, 26 de outubro de 2010

A política não muda

*E-mail daqueles digno de ser compartilhado.
"É impossível levar o pobre à prosperidade através de legislações quepunem os ricos pela prosperidade.
Por cada pessoa que recebe sem trabalhar, outra pessoa deve trabalharsem receber.
O governo não pode dar para alguém aquilo que não tira de outro alguém.
Quando metade da população entende a ideia de que não precisatrabalhar, pois a outra metade da população irá sustentá-la, e quandoesta outra metade entende que não vale mais a pena trabalhar parasustentar a primeira metade, então chegamos ao começo do fim de umanação.
É impossível multiplicar riqueza dividindo-a."
Autor: Adrian Rogers, ano de 1931

quarta-feira, 29 de setembro de 2010

Como seriam as redes sociais nos anos 60









(A assinatura do trabalho é da Agência Moma, de São Paulo, com Direção de Criação de Rodolfo Sampaio e Direção de Arte de Marco Martins).

quinta-feira, 19 de agosto de 2010

Pra lá de especial

São tantas as datas especiais que vivemos, mas posso dizer que aos 21 anos já vivi muitas datas históricas também. Em um post antigo coloquei algumas coisas de que me lembrava: http://coisasdv.blogspot.com/2009/10/eu-nasci-ha-20-anos-atras.html, mas hoje comento um fato, que não tem como passar despercebido, a conquista do BI da Libertadores da América do Internacional.

Posso dizer que para mim que sou torcedora é muito emocionante ter visto as duas vezes desta conquista, mas para quem é fanático deve ser ainda mais impactante. Claro que a felicidade está escrita na minha testa no dia de hoje, sem falar na minha voz que está rouca confirmando que estive na comemoração, mas o mais legal de tudo isso... tá, não chega a ser o mais legal, mas o que me remete a pensar isto é que em poucos anos de vida já presenciei fatos marcantes para o Brasil e o mundo.

Impossível não marcar alguém a posse do Obama, a crise mundial, a copa do mundo, a neve no Rio Grande do Sul, a chuva de meteoros:
http://bit.ly/asbv2V e a final da Libertadores. São tantos fatos marcantes, datas importantes e situações inesquecíveis que aos 21 anos posso dizer que já vivi muita coisa nessa vida. Gosto disso, gosto de pensar que estou presente e vivenciando tantos fatos significativos. Comecei a pensar nisso quando meu pai me alertou, há 10 anos dizendo: “Filha, você está vivendo a virada do milênio, isso é algo que nem todos verão.” Então passei a perceber mais esse tipo de coisa. Pense nisso também e saudações coloradas!

segunda-feira, 12 de julho de 2010

Coisas que só mulheres conseguem

1 - Fingir naturalidade durante um exame ginecológico.
2 - Usar o poder de uma calça jeans para rediagramar a estrutura do corpo.
3 - Ter crise conjugal, crise existencial, crise de identidade e crise de nervos!
4 - Ser mãe solteira, mãe casada, mãe separada, mãe do marido.
5 - Rasgar a meia na entrada da festa.
6 - Sentir-se pronta para conquistar o mundo, quando está usando um batom novo!
7 - Chorar no banheiro, e ficar se olhando no espelho para ver qual melhor ângulo.
8 - Achar que o seu relacionamento acabou, e depois descobrir que era tudo tensão pré-menstrual.
9 - Nunca saber se é para dividir a conta, ou se é para ficar meiguinha.
10 - Dizer não, para ele insistir bastante, e aí ter que dizer sim!
- Recebi de uma amiga por e-mail.

sexta-feira, 9 de julho de 2010

Sobre veículos jornalísticos

1. Uma única edição de domingo do jornal norte-americano The New York Times contém mais informações do que um homem que viveu durante o Iluminismo conquistou durante toda a vida;

2. Não, o New York Times não é o maior jornal do mundo. Pode até ser o mais importante, mas segundo a Associação Mundial de Jornais (WAN, na sigla em inglês) o japonês Yomiuri Shimbun tem uma circulação com estimativas de 14 milhões de assinantes. Aliás, segundo a mesma entidade, 6 dos 7 maiores jornais do planeta são japoneses;

3. Não, o New York Times não fala sobre tudo o que acontece ao redor do mundo, como prega o próprio jornal. Se fosse assim, na América Latina, por exemplo, não acontece quase nada;

4. Dos 429 jornais da União Europeia arquivados no Newseum, 123 deles, ou seja, cerca de 28%, utilizam alguma variação da fonte da família gótica (estilo New York Times) no nome do jornal;

5. Anne Royall, nascida em 1769, é considerada por muitos como a primeira jornalista profissional da Europa, além de ser a primeira a entrevista o presidente John Adams;

6. O menor jornal do mundo, segundo o livro dos recordes, é o inglês First News, de Surrey. O impresso mede 33 x 22 milímetros;

7. O jornal que mais possui o prêmio Pulitzer (o mais importante prêmio jornalístico do mundo) é o New York Times, com 101 menções;

8. Dartmouth, fundada em 1799, é a faculdade mais antiga com um jornal;

9. O Washington Post possui sua própria música, composta em 1889 por John Phillip Sousa. A melodia foi encomendada pela administração do jornal e ainda pode ser ouvida em muitos desfiles.

10. A Rede Globo está entre os três maiores complexos midiáticos do planeta, ficando atrás somente de duas emissoras americanas. Entretanto, a Globo não é feita só de jornalismo, como uma revista. Aliás, a revista Veja está entre as maiores do mundo e é uma das poucas revistas do planeta que são mantidas através de assinaturas e espaços publicitários, ou seja, sua vida útil não está intimamente nem proporcionalmente ligada às vendas em bancas;

11. Os jornais americanos estão em queda não por causa da web, mas porque suas estruturas são grandes e remetem sempre aos acionistas. Pelo menos é isso que constatou um estudo alemão que afirma que os jornais na Alemanha estão se mantendo de pé por serem comandados por grupos familiares tradicionais, enquanto nos EUA eles são organizados em grupos financeiros independentes.

Fonte:
http://www.blogmidia8.com/

quinta-feira, 8 de julho de 2010

Xodó



Isadora da Silva Luz nasceu no dia 27 de junho, às 17h 55min, com 2k 900g e 48cm.

AMADA!!!

sexta-feira, 4 de junho de 2010

Baixos e altos

Para uma mulher é simplesmente o fim do mundo não entrar em um jeans que tem há tempo e gosta muito. Como explicar isso? Não sei, mas é bem coisa de mulherzinha mesmo! Nunca entendi porque tanto pavor de não entrar em uma calça velha. Sempre dei risada de situações como esta ou semelhantes, mas infelizmente meu dia chegou. Senti na pele o horror de não poder colocar uma calça, de deitar na cama, encolher a barriga e pedir auxílio para que alguém puxe o zíper. Já faz alguns dias que isso aconteceu, mas me lembro bem,e o pior, nunca mais vou esquecer.

Estava me arrumando para sair e óbvio que não achava uma roupa para colocar. Foi então que resolvi ir com aquele jeans, o mesmo de sempre. A calça não entrou, eu estava de TPM e aí... Aí já viu né!? Chorei desesperadamente, não quis mais sair e coloquei a calça direto no lixo. Podia ter guardado para doar agora na campanha do agasalho, mas não. Naquele momento só queria que ela sumisse da minha frente.

Sem sombra de dúvidas aquela cena toda foi um exagero e cômica. Agora sei. Meu namorado ria, minha mãe me acalmava e eu choraaava. Não foi nem um mico, foi um King Kong, mas passou. Porém, como mulher nenhuma se contenta tão facilmente, quis tirar a prova se era eu que não era mais a mesma ou se a calça era quem tinha encolhido. Pois, bem, lá fui eu experimentar meu vestido de 15 anos. Posso parar por aqui ou querem saber mesmo o resto? É óbvio que a decepção foi maior ainda.

Depois de descobrir que não tenho mais o mesmo corpinho dos meus 15 anos eu me acalmei. Fiz algumas sessões de terapia só. Brincadeira! Falei com uma amiga, que regula de idade comigo, que me disse que nós estamos criando “corpo de parideira”. Olha, não usaria estes termos, mas... foi a definição dela. Logo me lembrei de uma tese de um Ginecologista, da Clínica onde trabalhei, que dizia que as mulheres mudam de corpo completamente a partir dos 24 ou 25 anos. Ainda bem que ainda tenho 21, mas apesar disso, todo este acontecimento foi bom para descobrir que eu realmente tenho que me cuidar se não quero ficar com a bunda igual a da mulher melancia ou com a barriga da Preta Gil.

sexta-feira, 7 de maio de 2010

Redes sociais: uma necessidade



- Muito interessante. Recebi de um amigo, Marcos Juliano.

Partindo do princípio das redes sociais no ambiente virtual, a revista The Pavement desenvolveu uma rede social offline praticamente distribuindo…giz. Acredita!? A publicação foi criada para atender às necessidades dos moradores de rua de Londres e, para isso, foram desenvolvidos códigos visuais para troca de informações entres os sem-teto. Os símbolos são desenhados em calçadas e paredes e podem ajudá-los a procurar um local pra dormir, onde comer, como é a vizinhança (se é perigosa), dentre outras informações para a sobrevivência um pouco mais digna para essas pessoas. Seguem abaixo alguns sinais.
http://www.tomcomunicacao.com.br/?p=4127