sexta-feira, 26 de agosto de 2011

terça-feira, 16 de agosto de 2011

Caso Ipanema FM

Sempre fui fã de rádio e sou um tanto eclética, porém, chata para música. Acompanho desde muito nova o radiojornalismo, o que me fez inclusive escolher me graduar em Jornalismo. Confesso que utilizo bastante os botões para trocar de rádio em busca daquilo que mais agrade meus ouvidos, entretanto tem horários específicos que certas rádios me ganham. A que mais gosto da programação na integra é a Ipanema FM, a qual no dia de ontem, 15 de agosto me perdeu como ouvinte, mas ganhou novamente hoje.

A recente estratégia de marketing da 94.9 deixou muita gente indignada. Eu, inicialmente percebi qual era a sacada do tipo, falem bem ou falem mal, mas falem de mim. Mas depois acabei caindo na brincadeira e achei que era alguma outra coisa, pegadinha, erro de sinal, que estavam em manutenção para algumas mudanças, enfim... Pensei diversas coisas na espera de que alguém se pronunciasse, no entanto enchi o saco e troquei de rádio.

Não fiquei de cara como muita gente, brinquei, falei bastante no twitter e facebook, mas acreditei que algo seria explicado depois e foi. A meu ver a ideia da ação não foi a divulgada, mas foi o que todos os apresentadores disseram, que o objetivo era reafirmar a marca mostrando o que as outras emissoras tentam fazer com seus ouvintes, enfia-lhes goela a baixa músicas de “sucesso” repetidamente. Penso que se fosse realmente isso foi mal explicado. Se fosse uma ação planejada e tals a explicação teria de ser clara simples e objetiva e não tão esmiuçada. Onde já se viu ter que explicar a piada?

Sigo ouvindo a Ipanema e não crucifico quem teve esta ideia, mas vi muitos comentários de uma galera que não curtiu o feito e outros que acharam fantástica a iniciativa de mostrar que a emissora faz muita falta nos dias de hoje, onde as modinhas tomam conta e enchem o saco. Percebi que muita gente do rock ou talvez apenas ecléticos como eu fizeram uma grande descoberta com esta ação, que a rádio livre, a ovelha negra, a 94.9 é insubstituível e que seu repertório é de fato fabuloso.

A única coisa que tenho efetivamente a reclamar é o despertar de ontem. Acordar com o despertador do rádio é uma rotina na casa do meu namorado e acordar com Bruno e Marrone seguido de Luan Santana e Angélica estragou meu dia. TPM é pouco para o mau humor que fiquei. Ainda fiquei um tempo ouvindo achando que era arreação e que alguém ia falar alguma coisa, sei lá, mas não. Só às cinco horas da tarde recebi uma ligação dizendo que era para eu sintonizar que a vida tinha voltado ao normal e que a Ipaneminsk estava no ar, mas aí meus queridos meu humor já tinha ido para o brejo e ninguém foi buscar. Na volta para casa pude ver uma bela lua cheia e ainda, acreditem se quiser uma estrela cadente, o que me fez pensar que “nessa vida nada perene um pouquinho de tudo eu já vi”.

quarta-feira, 3 de agosto de 2011

Tonho Crocco - Gangue da Matriz



A falta de vergonha na cara desses políticos não tem limite mesmo. A sociedade tem que se unir e ir contra as barbaridades dessa máfia. A união faz a força, não é mesmo? Se eles são a minoria frente a população ainda temos esperança.
A favor da liberdade de expressão!

quarta-feira, 22 de junho de 2011

Perfil

Ela é a paciência em pessoa. Ela é amorosa, bem humorada, carinhosa, dedicada, jovial, vivida. Ela é linda, negra, cabelos escuros com lindos cachos, pele macia, sorriso incomparável. Estatura mediana, pernas grossas, mãos delicadas e um semblante de mulher guerreira. Mulher que sabe sobre a vida. Que já sofreu e já foi muito feliz. Mulher que ama o que faz e faz o que ama. Mulher que acolhe apenas com seu olhar à quem demonstrar algum afeto. Mulher que acima de tudo pensa na família e nunca em si primeiro. Mulher que não se compara, não se explica, pois é mãe e só isso basta para que todos estes adjetivos sejam reduzidos frente à sua magnitude.

Ela é Mary Rossecler Peinado da Silva, 46 anos. Mãe de duas meninas (mulheres), chamadas de seus bebês ainda. Ela é dona de casa que tem gosto de cuidar de seu lar e de sua família. Tendo sempre o amor e a fraternidade como base, sua família, composta por quatro pessoas, ela, as filhas e o esposo, cresceu e se desenvolveu nos últimos anos. No fim de 2009 Geisa, a filha mais velha, se casou e já esta esperando a primeira neta de Mary. A alegria e os laços de seus entes queridos só aumentaram desde então.

Irmã de duas mulheres e um homem, ela relembra um pouco de sua infância. “Não tínhamos muitas condições financeiras. O pai e a mãe trabalhavam, mas nós todos também começamos a trabalhar cedo. Lembro-me que estudava em um colégio público e levava para as aulas um saco plástico com meus tocos de lápis de cor. Nós sempre nos tratamos muito bem, mas como todos os irmãos, às vezes brigávamos. Um dia, eu e as gurias combinamos de dar uma surra no Gerson, o irmão mais novo, pois ele tinha feito algo para nós que agora sequer me lembro. Trancamos ele dentro de casa, mas logo o pai chegou e não permitiu que judiássemos dele”, contou Mary.

Trabalhando e estudando, Mary não conseguiu dar continuidade à ambos e na sétima série ela deixou de estudar para apenas trabalhar. Quando tinha idade o suficiente ela começou a sair e gostava muito de dançar. “Eu e a Rose, uma grande amiga, ensaiávamos durante a semana os passes de dança para que quando chegássemos na ‘Discoteca’ pudéssemos dar um show na pista”, disse ela, e segundo seu esposo, que a conheceu na época, elas realmente davam um show. “Elas dançavam muito bem. Tinha um outro rapaz que também fazia passes na discoteca, mas as duas sempre ganhavam. Era quase uma competição”, ressaltou Nilton Cláudio da Silva.

Ela é a minha mãe.

*Texto produzido para a cadeira de Redação Jornalística II - UNISINOS 2010

terça-feira, 24 de maio de 2011

Eclética ao quadrado

A pessoa eclética pode ter vários picos de adoração, mas nunca deixando de dar espaço para tudo em sua time line da vida. Eu, nos últimos dias, tenho feito programas de lazer que compreendem àquilo que eu gosto e acabei descobrindo que o meu pico de “ecleticidade” tem oscilações gigantescas.

Um pouco menina, um pouco mulher, um tanto moleca, mas de fato uma pessoa de personalidade. Quando eu era pequena meu brinquedo favorito eram as Barbies. Ao mesmo tempo eu gostava de descer a lomba lá da rua no meu fusquinha (detalhe que a lomba era de paralelepípedo). Hoje gosto de diversas outras coisas, como música eletrônica e um samba de raiz.

Trazido da infância esse gosto por certas coisas se manteve, porém recentemente foi aflorado em uns finais de semana dedicados ao lazer. Estive no Iguatemi no Museu Encantado da Barbie, onde dezenas de bonecas contaram a história dos últimos 60 anos da moda. Foi um passeio muito interessante onde homens e mulheres apreciaram as bonecas e eu, registrava cada uma delas com os olhos brilhantes.

Eu, particularmente amei a exposição. As bonecas eram maravilhosas, com detalhes impecáveis, roupas, acessórios e sapatos fantásticos. Cópias de celebridades em toques especiais de realidade, as Barbies contaram a história da moda e da própria vida com as amigas, a família, o namorado Ken e as profissões que já se aventuraram na vida. Um Museu digno de parabéns por quem pode apreciar.

Há poucos dias tive outra ótima experiência que gostei muito, fui à Stock Car. Um programa diferente, mas eletrizante para quem gosta de carros e de assistir as corridas pela televisão. Sim, a mesma pessoa que foi ao Museu Encantado da Barbie estava ouvindo os roncos dos motores no Velopark em Nova Santa Rita. Depois de ganhar uma credencial de acesso aos boxes com a melhor frase em uma promoção pelo twitter fazer este passeio reascendeu meu desejo de infância de ser uma corredora.

Como diz o ditado, gosto é gosto e não se discute e eu nem me atrevo a discordar disso, afinal sou a ecleticidade em pessoa. Apesar disso tem muitas coisas que não consigo mudar. Tem coisas que não gosto e simplesmente não gosto. Não gosto de sertanejo nem programas de mulherzinha como chá disso e chá daquilo, mas gosto e gosto muito de uma tarde no salão de beleza ou relembrar os pagodes antigos em uma sessão mela cueca. Vale curtir o que se gosta e eras isso.



domingo, 20 de março de 2011

Edição especial - Revista Evidência

Na edição especial de número 150 da revista Evidência antigos colaboradores deixaram seus depoimentos sobre as experiências vividas com a equipe.

Tive a sorte de fazer parte desta redação e o reconhecimento e consequentemente um depoimento publicado:


terça-feira, 26 de outubro de 2010

A política não muda

*E-mail daqueles digno de ser compartilhado.
"É impossível levar o pobre à prosperidade através de legislações quepunem os ricos pela prosperidade.
Por cada pessoa que recebe sem trabalhar, outra pessoa deve trabalharsem receber.
O governo não pode dar para alguém aquilo que não tira de outro alguém.
Quando metade da população entende a ideia de que não precisatrabalhar, pois a outra metade da população irá sustentá-la, e quandoesta outra metade entende que não vale mais a pena trabalhar parasustentar a primeira metade, então chegamos ao começo do fim de umanação.
É impossível multiplicar riqueza dividindo-a."
Autor: Adrian Rogers, ano de 1931

quarta-feira, 29 de setembro de 2010

Como seriam as redes sociais nos anos 60









(A assinatura do trabalho é da Agência Moma, de São Paulo, com Direção de Criação de Rodolfo Sampaio e Direção de Arte de Marco Martins).

quinta-feira, 19 de agosto de 2010

Pra lá de especial

São tantas as datas especiais que vivemos, mas posso dizer que aos 21 anos já vivi muitas datas históricas também. Em um post antigo coloquei algumas coisas de que me lembrava: http://coisasdv.blogspot.com/2009/10/eu-nasci-ha-20-anos-atras.html, mas hoje comento um fato, que não tem como passar despercebido, a conquista do BI da Libertadores da América do Internacional.

Posso dizer que para mim que sou torcedora é muito emocionante ter visto as duas vezes desta conquista, mas para quem é fanático deve ser ainda mais impactante. Claro que a felicidade está escrita na minha testa no dia de hoje, sem falar na minha voz que está rouca confirmando que estive na comemoração, mas o mais legal de tudo isso... tá, não chega a ser o mais legal, mas o que me remete a pensar isto é que em poucos anos de vida já presenciei fatos marcantes para o Brasil e o mundo.

Impossível não marcar alguém a posse do Obama, a crise mundial, a copa do mundo, a neve no Rio Grande do Sul, a chuva de meteoros:
http://bit.ly/asbv2V e a final da Libertadores. São tantos fatos marcantes, datas importantes e situações inesquecíveis que aos 21 anos posso dizer que já vivi muita coisa nessa vida. Gosto disso, gosto de pensar que estou presente e vivenciando tantos fatos significativos. Comecei a pensar nisso quando meu pai me alertou, há 10 anos dizendo: “Filha, você está vivendo a virada do milênio, isso é algo que nem todos verão.” Então passei a perceber mais esse tipo de coisa. Pense nisso também e saudações coloradas!

segunda-feira, 12 de julho de 2010

Coisas que só mulheres conseguem

1 - Fingir naturalidade durante um exame ginecológico.
2 - Usar o poder de uma calça jeans para rediagramar a estrutura do corpo.
3 - Ter crise conjugal, crise existencial, crise de identidade e crise de nervos!
4 - Ser mãe solteira, mãe casada, mãe separada, mãe do marido.
5 - Rasgar a meia na entrada da festa.
6 - Sentir-se pronta para conquistar o mundo, quando está usando um batom novo!
7 - Chorar no banheiro, e ficar se olhando no espelho para ver qual melhor ângulo.
8 - Achar que o seu relacionamento acabou, e depois descobrir que era tudo tensão pré-menstrual.
9 - Nunca saber se é para dividir a conta, ou se é para ficar meiguinha.
10 - Dizer não, para ele insistir bastante, e aí ter que dizer sim!
- Recebi de uma amiga por e-mail.